conforme previsto
Tags: Moçambique
estamos desde manhã na África do Sul, já passámos duas vezes a fronteira, mas ainda não conseguimos entrar em Moçambique. Havemos de passar. Para já, num cibercafé em Nelspruit, trabalhamos.
Tags: Moçambique
estamos desde manhã na África do Sul, já passámos duas vezes a fronteira, mas ainda não conseguimos entrar em Moçambique. Havemos de passar. Para já, num cibercafé em Nelspruit, trabalhamos.
Tags: Moçambique
Amanhã (hoje) vou à fronteira. Obrigação de quem não tem autorização de residência. É importante a escolha da fronteira, mas as opiniões dividem-se. Ressano Garcia, sempre grande confusão, passa tudo, mas, há sempre alguém que diz, nem sempre. Houve uma vez, a alguém que tinha quatro entradas consecutivas, que só deram visto de 15 dias. Eu preciso de 24 dias e não tenho quatro entradas. Desde a minha primeira vinda a Moçambique, em 2005, acumulei tantos selos e carimbos no passaporte que quase ocupam as 24 páginas. Nas fronteiras com a Swazilândia, no ano passado, já me torceram o nariz. Vamos ver agora e quando, dia 2 de Março, quiser lá voltar armado em turista com os viajantes.
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Não foi difícil, mas a confirmação só chega amanhã. A escolha deixa de ser um problema quando é entre “mais um dia sem comer” e “uma oportunidade única”. A fome aperta, tanto quanto é possível, e não há comida pelo caminho, mas há-de haver amanhã, ou depois. E a escolha torna-se demasiado fácil.
Ter começado a ler sobre NLP tornou este post excessivamente longo.
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tudo doente!
Tags: asides
Companheiro de todas as horas, desde que regressei a Maputo, tem levado esta vida muito a sério. Vivemos juntos, só com uma chave, já ligámos para o Dubai, já tivemos dates, uns blind outros não e quase destruímos as nossas hipóteses de voltar a cantar no Gil Vicente. Os pormenores de tudo, como sempre, ficam para quem lá esteve. Aqui fica o elogio do companheiro de todas as horas; e as minhas, nesta terra, são cada vez menos.
Filmes, não precisa de ser no cinema, onde quer que seja, há sempre espaço para um, mas não pode ser qualquer um. A história de amor tem de lá estar e, de preferência, bem central, para não acabarmos sentados em casa, cerveja na mão, nós e os gatos, quem tiver, a ver e ouvir o Rocky a gritar “Adriaaaaaaaaaaaaaaannnn…” como se fosse a única mulher do mundo. É sempre a única, esse é um dos problemas. É uma bonita história de amor que quase nos leva ao tapete. E esse é outro dos problemas. No dia dos namorados, ninguém quer ir ao tapete. Uma história simples, como esta. Ajuda sempre. O problema das histórias simples, ou desta em particular, é fazer-nos acreditar que é possível. Viajar de Alfa Pendular nunca mais será o mesmo.
Há um filme excelente para alimentar a frus–tra–ção. Na verdade, este também nos faz acreditar que é possível, mas só daqui a uns anos, quando já é tarde demais. Aliás, já é tarde demais. Não vale a pena. A minha sugestão para filme do dia dos namorados é “The Girl Next Door“. Uma história tão improvável quanto possível. É rebuscada, muito impossível de nos acontecer (a história), mas é linda (já não me estou a referir à história) e uma mulher linda nunca é impossível, faz-nos rir e no fim pensamos: foi giro. Só isso! Foi giro! O filme ideal.
Tags: Sesimbra
Na minha terra, como na vida, a Rua da Esperança é sempre a subir.
Too Marvelous for Words