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Cyclone hits coast of Mozambique

Margie Toens, who lives on the beachfront in Vilankulo, south of the island of Bazaruto, told the Mail & Guardian Online on Thursday that the situation was “horrible” and that trees were crashing down around her house.
(…)
By 10am on Thursday, the cyclone was about to make landfall at Vilankulo, said Tshepho Ngobeni, marine forecaster at the South African Weather Service.

Mail&Guardian Online

São 10h35 e a notícia tem menos de uma hora. Aqui em Maputo não se passa nada. A distância é muita tanto das cheias como do ciclone.

glup!

Troquei o nome ao ciclone que se aproxima e corrigi os posts respectivos. O último nome que troquei foi o da minha ex-namorada e, na altura, não foi um problema tão fácil de resolver. Aliás, o ex já diz muito a esse respeito.

Hoje, dia de clarividência, ainda descobri que, ao contrário do que tinha escrito, o meu passaporte não tem 24 mas sim 32 páginas. Também corrigi esse erro. Mantive o post e arranquei as restantes páginas do passaporte.

Parece que o nosso Presidente vem a Moçambique, em Abril. Disseram-me, este fim de semana, enquanto dormíamos sob o sol do Bilene, que ia ficar no Rovuma, o Pestana cá do sítio, e passar uns dias no Bazaruto. O professor também vem. Mais um ciclone.

Very intense tropical cyclone Favio is forecast to strike Mozambique at about 12:00 GMT on 22 February. Data supplied by the US Navy and Air Force Joint Typhoon Warning Center suggest that the point of landfall will be near 22.0 S, 36.0 E. Favio is expected to bring 1-minute maximum sustained winds to the region of around 222 km/h (138 mph). Wind gusts in the area may be considerably higher.
ReliefWeb

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Cyclone Flavio was located in the Indian Ocean less than 200 kilometres (125 miles) from the Mozambican Channel and was intensifying, with winds forecast to strengthen to 160 kph (100 mph), the national meteorology agency INAM said.
ReliefWeb

Depois das cheias, diz-se que vem aí um ciclone.

Quando comecei o meu blogue, o primeiro e único, instalei-o no blogspot.com. Aquilo é mau. Já foi pior, mas ainda é mau. Depois de uns meses descobri o Movable Type, mas não me convenceu. Mais uns meses e… wordpress! Tudo graças à Maria Lua que passou a utilizar o wordpress. Entretanto resolveu deixar esta vida. Existe claramente o AW (Antes de WordPress) e o DW (Depois de WordPress). DW passei a escrever menos e a passar muito mais tempo a brincar com o template, a ver novos plugins, a instalar outros blogues, a brincar com todas as mariquices que existe para o wordpress. Dia 11 quero mudar o template, passar a utilizar o Misty Look, passar a utilizar tags (devo começar antes, agora) e fazer uma limpeza aos plugins. Neste momento, estão seleccionados os seguintes:
Google Sitemaps Generator,
Ultimate Tag warrior,
Subscribe to comments,
Askimet,
Page Links To,
Recent Love,
Feedburner Feed Replacement,
WP lightbox JS.

Instalei o XAMPP, para fazer testes no portátil, mas nem assim evito que, por vezes, o blogue vá às urtigas porque levei as experiências longe demais.

Hoje é carnaval, terça-feira, aqui trabalha-se e nem dá para ir à praia. Felizmente que esta semana abre a época da piscina. Em Março hei-de regressar com alguma cor na pele. Para isso contribui o facto de no sábado ter dormido na praia o que não dormi na cama. Vou à LAM comprar-lhes o bilhete Nairobi – Pemba.

Para descobrirem se o vosso sexo é mais masculino ou feminino.
http://www.bbc.co.uk/science/humanbody/sex/

Via Impressões .

fada madrinhaTu que, escondido, me espias; que me lês incógnito; que, omisso, julgas que me observas… não penses que me conheces.
Tu que, com a tua passividade, te pensas esperto; que, aninhado no teu silêncio, acreditas que me podes ter… não sabes é nada.
Em cada palavra minha, existe uma ratoeira; em cada frase, uma armadilha; em cada pensamento, uma farsa; em cada rosto, muitas caras, onde caiem os inofensivos e os predadores, onde se enganam e se perdem os que se pensam sábios. Como tu. Meu Amor.

Tu, porque as fadas também se enganam no caminho.

Quando passámos pelo outdoor já a viagem tinha começado há muito tempo. O pequeno almoço estava tomado, o inglês já era da África do Sul, mas ainda não sabíamos o tanto que o dia nos reservara. Sem código, mas telegraficamente:

(1) não nos deixaram regressar a Moçambique (“não pode sair com visto de fronteira e voltara entrar no mesmo dia. Tem de esperar 3 a 4 dias. O melhor é ir ao consulado a Nelspruit e pedir um visto. Fecha as 15h30”)

(2) fomos a Nelspruit e entrámos no consulado às 15h (“Vistos? Tá visto que é a primeira vez que cá vem. Os vistos têm de ser pedidos até às 11h. Já nem está cá ninguém para os assinar. Nós estamos a sair. Os chefes? Os chefes, são chefes, podem sair a qualquer hora.”)

(3) corremos até um cibercafé enquanto pedíamos ajuda com os vistos (“já vos ligo daqui a 20m”)

(4) enviámos o documento que tinha de ser enviado até às 16h, às 16h05 (“Muito obrigado, está óptimo. Na segunda eu vejo… hoje é sexta!”)

(5) a ajuda ligou-nos e voltámo-nos a meter ao caminho em direcção à fronteira

(6) a polícia mandou-nos parar (“500 rands and you’ll go pay to the police station on the corner… No, I’ll make 250 because of you… Oh,let’s give them another chance. You can go”)

(7) passámos a fronteira suavemente

(8) noite escura, no meio de nada, a estrada sem luz e o céu como não se vê em Lisboa fez-nos encostar o carro (“Boa noite!”)

(9) no meio do nada há sempre algo mais do que nada e, noite escura, estivemos cinco minutos à conversa com o “Rasta”, artista inspirado pela soruma

(10) Maputo, 22h, casa, banho, noite (“t-shirt escura, ‘tas a ver? cores escuras disfarçam a barriga. Tu fazes dieta, eu descubro estas coisas”)

Do dia seguinte não nos recordamos. Mudámos de linha antes de apanhar o comboio e deixámo-lo partir. Hoje é outro dia. O dia seguinte foi ontem.

Renovei o visto, mais 30 dias, e passei o fim de semana no Bilene. Nas palavras de um amigo da Inhaca: tou bem nada mal.

02 Bilene (149)

02 Bilene (449)

02 Bilene (443)

(As fotos não são recentes, mas servem para ilustrar. As do fim de semana, se vierem, chegam mais tarde.)

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