Elogio da loucura
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Companheiro de todas as horas, desde que regressei a Maputo, tem levado esta vida muito a sério. Vivemos juntos, só com uma chave, já ligámos para o Dubai, já tivemos dates, uns blind outros não e quase destruímos as nossas hipóteses de voltar a cantar no Gil Vicente. Os pormenores de tudo, como sempre, ficam para quem lá esteve. Aqui fica o elogio do companheiro de todas as horas; e as minhas, nesta terra, são cada vez menos.