O desespero de uma mãe que luta, quase sozinha, por encontrar o seu filho desaparecido é “A troca”, um grande filme nada de especial. Gosto mais de ver a Angelina Jolie no papel de Lara Croft apesar de nunca ter visto nenhum filme da Lara Croft. 7.5/10
(Infelizmente, não sei escrever mais, nem melhor, sem contar o fim do filme. Ficamos assim neste e, provavelmente, em todos os outros filmes sobre os quais escreva o que quer que seja.)
(em 2009, para cada filme haverá um post)
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“O Dia em que a Terra Parou” é um filme digno de 10/10 se visto num dia em que cérebro parou – naquele domingo depois daquele sábado. Fora dessa realidade, “O Dia em que a Terra Parou” volta-nos a trazer Keanu Reeves no papel de Buda-Salvador-da-Pátria. Assenta-lhe bem, mas, depois de Neo, este Klaatu só tem a perder. 6/10
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Ontem vimos o filme do livro. A sala estava assustada e o sentimento não pode ter sido diferente daquele que antecede a aterragem de um avião. O coração pára sempre um bocado. Quando a sala, desculpem, quando os passageiros se apercebem que já é difícil aquilo correr mal há sempre lugar ao suspiro de alívio, por muito silencioso, em todos, e à euforia, em alguns, que não poucas vezes se traduz em energéticos aplausos. Ontem foi assim. Sobrevivemos ao filme e houve quem tivesse aplaudido.
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The Chumscrubber (Os Amigos de Dean): Arie Posin, realizador de quem nunca ouvi falar, fez este filme só para não me deixar esquecer que há, também nos filmes, vidas sem sentido. Depois existem as outras, também sem sentido. No final, só as nossas vidas fazem sentido. Pouco.
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(e se as últimas semanas têm servido para alguma coisa, que tenham servido para isto)
No fim de semana vi o Burn After Reading. Gosto da Angelina Jolie, mas ainda mais do Brad Pitt.
Comecei a ler Brave New World, isto foi hoje, um livro que comprei na Amazon porque não o encontrei por cá na única livraria onde o procurei e porque o Midnight’s Children, outro que não encontrei nas várias e muitas livrarias que existem por cá (ah, não fui a nenhum alfarrabista), tem mais páginas e, desconfio, letras mais pequenas e porque já terminei o Indignation, do Philip Roth.
Burn after reading.
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Get Smart: fraco, mas ainda não percebi se é de mim ou do filme. Talvez seja fosse importante rever a série, que sempre considerei muito boa, e depois comparar com o filme. Assim, sabe a pouco.
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The X Files: I Want to Believe: mesmo fraco, soube bem.
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Wall-E: uma bonita história de amor
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sim, tenho ido ao cinema.
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Surveillance: acho que merece uma segunda oportunidade. A filha, não o filme.
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The Dark Night: e a cada filme que passa mais eu gosto do Batman.
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