Feed on
Posts
Comments

Começo o ano sem telemóvel e rendo-me ao skype. Ligo para a Zâmbia e descubro a chave do carro em Sesimbra. O ano começa aos soluços, sem telemóvel, sem carro, sem carteira, mas com boas perspectivas. Sempre boas. Por muito carregado que o céu me pareça, por muito que chova, por muito que me molhe.

liquidação, dizia-me o Alfredo, com um desconto uva da mijona. Tive de pedir para repetir. Da mijona só conheço o calhau e a praia, para os lados de Sesimbra. Fizemos negócio. Um negócio da mijona.

Na RTP Internacional conversa-se com uma fotógrafa canadiana. O pretexto, entre outros, é uma exposição sobre sesimbra. Imagens de pescadores, a preto e branco, beijos apaixonados. Faina de uma outra vida.

Há uns anos, a Rádio Santiago de Sesimbra tinha, como provavelmente muitas outras rádios locais, um programa de discos pedidos com dedicatórias de amor. Na verdade, o programa parecia mais de discos perdidos. Porque não deve haver gravações disso posso dizer que uma vez liguei para lá. Quatorze anos, teria eu, e uma paixão por uma rapariga que nunca vira na vida. E ainda não havia internet… Admito que a minha dedicatória estava a anos luz das que são utilizadas por aqui, mas, caríssimos, rimava!

De ontem, fresquinho, um pouco da K FM… A recordar bons e velhos, muito velhos, tempos.

escolher-te foi obra dos meus olhos
lembrar-me de ti é obra da minha mente
gostar de ti é obra do meu coração
e o resto vai ser obra do destino

Titos para Yolanda

De todas as esperanças em amores depositadas
o teu foi o que teve mais crédito

mensagem de Elias para carla

mando beijinhos para a Judite apesar de que ela não gosta de mim… eu a amo mesmo assim…

Profecia
First we take Manathann,

Then we take Berlin.

[abusivamente copiado do Sesimbra e Ventos, porque Leonard Cohen não nos pode passar ao lado.]

Sesimbra
Aiana
1992
1993
férias verão
Algés
Miraflores
Extremis

Filipa?

Há 12 anos fui para a praia das bicas, ali perto do Meco, ver as Perseides. Lembro-me que não foram as estrelas que me levaram até lá e delas ficou pouco. Lembro-me dessa noite como a última em que estive com ela, o amor de verão a que todos têm direito.

Cheguei às 5 da manhã. Às 6h30 estava em casa. Sesimbra. Às 8h de novo em Lisboa. Belém. Agora, quase 11h, aeroporto. Ainda não cheguei.

Cabo Espichel SesimbraAcordei – Não há momentos de dúvida, mas, depois de uma noite longa, divertida, não sei se este acordar não é como se não tivesse adormecido, como se a festa se prolongasse no sono e precisasse de uma explicação, de um sentido, de uma certeza – e soube que não era dia para ficar em casa. O tempo estava óptimo e o Cabo Espichel pareceu-me uma boa opção. A linha do horizonte do cabo não encontra obstáculos. Mesmo parados, chegamos mais longe.

[Passei a utilizar o Flickr]

Uma conversa com pessoas. A Cidade e as Serras, Estrada do Alicerce, Sesimbra, Sesimbra e Ventos, Talvez península.
[o que ficou: aqui, aqui, aqui/aqui]

Hoje há a primeira conversa à volta das palavras. Ao longo da manhã irei juntar algumas notas que possam alimentar essa fogueira. No Sesimbra também há material para ajudar a combustão e no Sesimbra e Ventos a labareda vai tão alta que já queima. À noite juntamo-nos.

Biblioteca de SesimbraNo dia 21 de Abril [sexta-feira], pelas 21.30 h, a Biblioteca Municipal de Sesimbra realiza um debate sobre “Blogues: expressão e liberdade, hoje”. Trata-se da primeira iniciativa de um ciclo designado “conversa à volta das palavras”.

Irei participar. A presença do Sesimbra e do Sesimbra e Ventos também está confirmada. O resto é conversa.

Jantar no Angelus.

Os mais velhos poderão lembrar-se do Angelus a caminho de Sesimbra, onde há uns anos se fazia o fondue de referência. (…) É escusado dizer que a carne do fondue é especialíssima, muito tenra, com um corte invulgar, bem temperada. A sala é simpática, a garrafeira razoável e moderada em preços.
[A Esquina Do Rio]

« Prev - Next »