Lost – Season 2
Tags: Moçambique
A 11 dias da partida sou eu quem está perdido. Ainda não cheguei a Moçambique, mas já cá não estou.
Tags: Moçambique
A 11 dias da partida sou eu quem está perdido. Ainda não cheguei a Moçambique, mas já cá não estou.
Tags: Fotos, Moçambique
Hoje o carteiro deixou-me a encomenda que o Tomek enviou da Polónia. Três CDs com fotos dos nossos últimos encontros, três garrafas de vodka (Wódka Zoladkowa Gorzka, Vodka Debowa e Zubrowka) e 1.800.000 meticais que ficaram da nossa última ida a Moçambique e que irei aplicar numa jantarada no Miramar.
Hoje é dia de fotos…
Tags: Moçambique
Este terá sido o último jogo, deste ano, no Estádio da Luz. A partir daqui os jogos serão algures em Moçambique, Maputo, no eagles, ou não, desde que fora de casa, desde que com amigos, sem rulotes. Pessoa estava errado. O melhor do mundo é a bifana, a entremeada e o coirato, em dia de jogo. O melhor do mundo é o pulsar do povo, as conversas de futebol, tácticas e jogadores. O melhor é o tuga que estaciona o seu Porsche em frente à rulote enquanto outros tugas, que os há para todos os gostos, discutem em alto e bom som que ‘isto é que é um cagão. Vem com o seu Porsche, estacionamento pago no parque… ah pois é… isto é que é um cagão’. Os ricos também gostam de coirato.
O próximo jogo será em Moçambique. O eagles é bom, mas faltar-lhe-á, sempre, o melhor do mundo.
Tags: Moçambique
Quando for para Moçambique vou mudar a cara do blogue. Já tratei disso e, neste momento, insiste a seguinte mensagem :
Not Found
Sorry, but you are looking for something that isn’t here.
Fico descansado. Foi só mesmo a imagem que mudou
Tags: Moçambique
O Rui diz que estou com uma ganda cabeça. A Paula diz que pareço ter regressado aos tempos da universidade. Não deixo de relativizar porque a verdade continua imutável: a minha cabeça é a mesma, nunca saí da universidade e mudar de vida não pode passar só por ir seis meses para Moçambique. A dificuldade, neste momento, é saber o que faz a diferença.
Tags: Moçambique
Tags: Moçambique, peixe, pessoal
Alguns dos melhores momentos que passei junto dos meus amigos foram em casamentos “do pessoal”. Aquele pessoal amigo. Não sei se estão a ver. O pessoal da universidade. Os amigos de infância. Esse pessoal.
Admito que a minha experiência em casamentos dos outros é muito positiva. A pior altura é o dia seguinte. Acordo sempre com a sensação de que o casamento foi meu e que já comecei a levar traulitadas na cabeça. Sublinho traulitadas. Ainda vivo na ideia de que o casamento é uma grande dor de cabeça.
Acho bem que o pessoal case. Quem casa terá as suas razões e eu não tenho nada a ver com isso, mas, por vezes, fico com a sensação de que casam pela simples razão de que encontraram a mulher/homem da sua vida. Falta de argumentos, não?! Se eu casasse de cada vez que encontro a mulher da minha vida passava a vida nas Maldivas. Pois… Maldivas. Acho bem que o pessoal passe a lua-de-mel nas Maldivas. Também, não tenho nada a ver com isso, não fui eu que casei, mas… sempre que oiço Maldivas, sabe-me sempre a… Maldivas. Sabe sempre a pouco. É giro, eu sei, mar azul, peixes bonitos, pessoas felizes, acabadinhas de casar, mar azul… transpira-se amor, mas continua insonso.
Num dos casamentos “do pessoal” fiquei na mesma mesa de um casal que também se ia unir através santo matrimónio, duas ou três semanas depois. Iam para o México, alugar um “four by four”, como se diz em Moçambique. Só levavam o bilhete de avião e os três últimos dias reservados numa estância junto à praia. Foi a primeira vez que quis casar, mas rapidamente percebi que era um preço elevado demais para quem só queria ir ao México.
Desde então, não casei nem fui ao México, mas comecei a pensar nas Maldivas…
Tags: Moçambique

[foto daqui]
Há uns anos, deixei de fumar. Foi um passo consciente e que tomei por livre iniciativa sem qualquer tipo de pressão exterior. A pressão sempre foi em sentido contrário.
Não passei a fazer parte do rol de antigos fumadores que se tornam, apartir do momento em que largam o cigarro, “anti-tabagistas desde que nasceram”. Não me tornei moralista em relação ao tabaco. Tenho uma grande dificuldade em aturar esse tipo de comportamento. Deixei de fumar. Não deixei de gostar do cheiro. Não deixei de ir a espaços onde o fumo impera. Mudei muito pouco. Deixei o vício.
Em Moçambique regredi. Fumei uns cigarros. Nada de grave. Foram menos os cigarros do que os dias que lá passei. Pior foi hoje. Peguei na carteira, comprei um maço de ventil, e fui beber um café. Fi-lo escondido dos amigos com quem passo o dia. Fi-lo, escondido de todos, receoso dos olhares reprovadores de quem pudesse passar. Fi-lo, ironia, hoje que é dia mundial do não fumador.
Hoje, porque nada permanece, mas a vida repete-se, voltei a deixar de fumar.
Há vícios, por muito prazer que dêem, nos quais não devemos insistir…
mas já não estou a falar de tabaco.
Tags: Fotos, Moçambique

Saio de Maputo como entrei. Miramar. À conversa com o Gonçalo, em Timor.
A generalidade das pessoas com quem falo diz que em Moçambique tem melhor qualidade de vida do que em Portugal. Homens e mulheres. Ainda não percebi qual a relação com o post anterior.