Está tudo em aberto. Já não vou para Nampula quando chegar. Vou depois, ou não. Fico mais uns dias, mas não fico porque tenho de voltar pelo trabalho que tenho cá em Portugal. Mas, se calhar, fico. Acho que não. Neste momento, só tenho uma única certeza: a lagosta é grelhada. Mas, provavelmente, só até à primeira que me aparecer à frente noutro estado. Marcha tudo o que é lagosta. E rissóis. E amêijoas. E camarões do Miramar… Que fome!
Andamos a preparar as férias em Moçambique.
Para ir de Maputo para Nampula, por ar, as opções são as seguinte:
super jacto – 6.349.000 (+/- 200 euros)
jacto popular – 8.548.000 (+/- 286 euros)
normal – 10.748.000 (+/- 360 euros)
A relação preço – qualidade é proporcional, mas é como te digo, nunca nenhum caiu!
Já saiu da praia às 18h30. Estava com fome e passou pelo café da praia para lanchar uma tosta.
Sempre boa, pensou ele enquanto saboreava a primeira dentada.
A primeira vez que lá tinha ido fora com a Luísa, quando andava no 9º ano. Na altura estavam de férias e tinham ido para a praia com o pessoal da turma. A Luísa, que morava na mesma rua, mas num outro prédio, andava sempre atrelada a ele. Ele gostava. Naquele dia saíram da praia às 19h00 e perderam o autocarro por dois minutos. Tinham de esperar mais meia hora pelo próximo e resolveram ir ao café. Aquele foi o primeiro que apareceu. Era um café igual aos outros, mas com tostas gigantes e muito saborosas. Com a fome que estavam foi do tamanho que mais gostaram. Tornou-se ponto de paragem quase obrigatório em dias de praia. Passou a ser o bar da praia.
O almoço foi com a Mãe. Ela estranhou que ele lhe tivesse telefonado a meio da manhã para combinarem almoçar juntos.
– Mas não trabalhas?, perguntou duvidando que ele tivesse tempo de ir e voltar a Lisboa numa hora e meia.
– Tirei o dia de férias para tratar de uns assuntos. Estou deste lado.
Era a primeira vez que isso acontecia. Tinha mudado de emprego há três anos e desde que trabalhava em Lisboa viam-se de manhã e, às vezes, também à noite. Nas noites em que não se viam era porque ele tinha ido jantar com os amigos e, como costumava dizer, beber uns copos.
– Então encontramo-nos à porta do “Verde e Amarelo”.
Ela sabia que ele gostava de tudo o que fosse comida italiana.
la shukran
Tags: férias
Ontem passei no bairro, fui visitá-la durante um bocado até que, entre outras coisas, deu-me a fome e, enquanto me dirigia ao único restaurante indiano que conheço na zona, passei pelo Pedro das Arábias. Depois de já ter ido duas vezes a Marrocos, uma das quais se inclui no top3 das minhas férias, não demorou muito a decidir-me a entrar.
O Pedro tem ar de marroquino farsolas. Vestia uma túnica e falava português fluente, sem qualquer pronúncia, mas convenceu-me depois de o ouvir falar árabe na cozinha. A música ambiente era 123 Soleils. Lindo.
Quando entrei já sabia o que ia comer. Pedi Harisa e Tagine Kafka, mas o que me desgraçou foram as azeitonas em picante. Comi-as e fiquei com a boca a arder. Depois a Harisa acompanhou o ritmo e quase nem senti a diferença. Quando chegou a Tagine o Pedro pergunta-me se quero um picante do bom. Comeste as azeitonas, é porque gostas. Sorri e acedi. De facto, pensei eu, depois das azeitonas e da harisa, a esta tagine falta-lhe algo. Faltava, mas não era aquele picante que me deixou a boca com a sensação de que teria mastigado uma boca cheia de malaguetas… e engolido de seguida. Provavelmente foi mesmo isso que aconteceu. Precisei de duas canecas de imperial para me acalmar e conseguir pedir a conta. Mas ainda me ri quando ele disse a um outro cliente que estaria rico se recebesse um euro por cada cliente que pergunta se ele tem sobremesas enroladas, daquelas que há em Chefchaouen.
Saí e tive de ir recuperar ao Blue Net Café mais um bocado.
É bom ter oportunidade de recordar bons momentos pelos quais passámos. No ano passado o Tomek e a Maja casaram e lá fomos (eu, AM, SS, GP) de carro para umas férias na Europa Central, sem nada marcado para além do trajecto e tendo como primeiro objectivo chegar a Swidnica antes do casamento. Foi um casamento extraordinário e umas férias igualmente inesquecíveis.
Swidnica
Ksiaz
Poznan
Oswiecim-Auschwitz
Krakow
Budapest
Prague
Wiesbaden
tarde demais
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O inicio das férias foram ensombradas pelo suicídio de uma pessoa conhecida de um de nós. Desde que uma infeliz coincidência fez com que eu visse um homem a atirar-se da ponte 25 de Abril que o suicídio e os seus porquês me tem perseguido. Em direito existe a Inimputabilidade em razão de anomalia psíquica. Diz a lei que é inimputável quem, por força de uma anomalia psíquica, é incapaz, no momento da prática do facto, de avaliar a ilicitude deste ou de se determinar de acordo com essa avaliação. Tenho a opinião de que nada justifica o suicídio senão isso, anomalia psíquica no momento da prática do facto. Infelizmente, é algo que um suicida dificilmente pode alegar. Raramente vai a tempo.
ainda as férias…
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Não foi possivel chegar sempre que quis à internet e deixar algumas ideias aqui.
Por isso as próximas entradas serão esses bocados de férias. Antes que fiquem esquecidos.
férias (7)
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Regressado.
férias (6)
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Procuras-te aqui?
férias (5)
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Tenho muitos comentarios que terei de agradecer atempadamente e condignamente. Infelizmente nao me parece que possa ser neste momento. tenho um relogio a descontar o tempo disponivel para ligacao e nem sequer consigo fazer a acentuacao correctamente. Fica para mais logo. Para agora, o seguinte:
1) Dá para tudo, desde que haja sol, copos e petisco.
2) Já deu para comer ostras pela primeira vez.
3) Já deu para matar saudades de algumas memórias.
4) Nos parques aquaticos o que conta e a capacidade. Neste caso, 100 kg de capacidade contam mais que 90 kg ou 60 kg.
5) Sardinha e em Portimao.
Todos os dias um programa diferente.
(Micas (o link fica para depois), Ponte de Lima e no terceiro fim de semana de Setembro.)
férias (4)
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recordaçoes do…
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