A escuridão descera e continuava a não haver qualquer sinal de actividade. (…)
Desta forma, passaram-se três dias. (…) Na tarde do terceiro dia, dirigiu-se ao asceta, agachou-se nos tornozelos a seu lado e disse:
– Senhor?
O eremita abriu os olhos.
– Falas de mais – disse. (…)
– Podeis ensinar-me?
– Talvez – disse o eremita.
Gautama pôs-se de pé num salto.
– O que faço primeiro?
– Está calado.
Da Página 193 do Buda de Deepak Chopra
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As fotos dos posts anteriores, deve ter ficado claro, não são da Serra da Estrela. Foram tiradas há cinco anos em Valmorel. A Serra, a nossa, lá está, mas o tempo não ajudou nos últimos dois dias. Nem o joelho. Piorou um bocado, mas não deverá condicionar a meia-maratona de domingo. De qualquer forma, o meu treinador para os assuntos da mente e todos os outros também, já me avisou que os joelhos representam o orgulho e o ego e que preciso de encontrar um novo padrão de pensamento: sou flexível e deixo-me fluir. Registei, sou flexível e deixo-me fluir, mas, entretanto, que estas coisas do buda não resultam com todos, já marquei consulta com um ortopedista. Até lá…
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É bom ter oportunidade de recordar bons momentos pelos quais passámos. No ano passado o Tomek e a Maja casaram e lá fomos (eu, AM, SS, GP) de carro para umas férias na Europa Central, sem nada marcado para além do trajecto e tendo como primeiro objectivo chegar a Swidnica antes do casamento. Foi um casamento extraordinário e umas férias igualmente inesquecíveis.
Swidnica
Ksiaz
Poznan
Oswiecim-Auschwitz
Krakow
Budapest
Prague
Wiesbaden
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Quand trouverai-je de nouveau l’apparition d’un bouddha, la foi, la condition humaine, l’aptitude à la pratique du bien, toutes choses si difficiles à obtenir ?
Quando encontrarei de novo a aparição de um buda, a fé, a condição humana, a aptidão para praticar o bem, tudo coisas tão difíceis de obter?
Shantideva
Offrandes: 365 Pensées de Maîtes Bouddhistes
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