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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

Acordo às seis para, ao sair de casa, me lembrar que não tenho as chaves do escritório e que terei de esperar duas horas até alguém chegar e eu poder começar a trabalhar. Sigo para Lisboa e decido esperar no café do costume.
Peço uma torrada bem passada, leio um livro (falarei dele, em breve), folheio o “Correio da Manhã” e o “DN”. Como o DN está a vender um DVD de Karaoke com o jornal, decido passar pela banca de jornais mais próxima e comprar o DVD. Aproveito e trago o DN também. Em notas de rodapé, tal como no Correio da manhã, leio a notícia do Bob Dylan e dos Da Weasel e decido colocar um post no blogue acerca de cada uma delas.
Procuro o link no DN, mas não encontro. Ainda bem que o café tem o “Correio da Manhã” para folhear.

Golegã

O Tiago também lá esteve.

Há uns anos trabalhei, durante uns meses e enquanto estudava, na Reuters em Lisboa.

O trabalho era simples, mas implicava alguns sacrifícios. O pior deles todos: acordar às seis da manhã. Quem anda na universidade e se envolve em eventos sociais (festas, festas ou festas) dificilmente conhece a dificuldade em deitar-se às 4 da manhã e acordar à seis, para trabalhar. Nessa altura tive uns meses de vida regrada, embora num ou outro dia tenha andado a bater com a cabeça no monitor cada vez que os olhos se fechavam.

Chegava de manhã e ia levantar os jornais do dia ao quiosque do centro comercial que tem montra para a Av. Fontes Pereira de Melo. Como não tinha chave a Sra. da limpeza deixava-me entrar e eu era, desta forma, o primeiro a chegar ao escritório. A meio da manhã, por volta das 8, já depois de ter dado abertura de algumas coisas de que já não me recordo o nome, voltava a pegar nos jornais e fazia uma recolha das principais notícias para introduzir no sistema.
Não era raro o dia em que o pessoal do escritório pegava nos jornais e começava a comentar determinadas notícias que só saíam no DN, sempre relacionadas com a Lusomundo, sempre em destaque, sempre no DN.

O Barnabé tem razão. Esta não é relacionada com a Lusomundo, mas o princípio é o mesmo. É preciso estarmos atentos.

O almoço foi com a Mãe. Ela estranhou que ele lhe tivesse telefonado a meio da manhã para combinarem almoçar juntos.
– Mas não trabalhas?, perguntou duvidando que ele tivesse tempo de ir e voltar a Lisboa numa hora.
– Tirei o dia de férias para tratar de uns assuntos. Estou deste lado.
Era a primeira vez que isso acontecia. Tinha mudado de emprego há três anos e desde que trabalhava em Lisboa viam-se de manhã e, às vezes, também à noite. Nas noites em que não se viam era porque ele tinha ido jantar com os amigos e, como costumava dizer, beber uns copos.
– Então encontramo-nos à porta do “Verde e Amarelo”.
Ela sabia que ele gostava de tudo o que fosse comida italiana.

Comentários

Resolvi retirar e optar pelo email juntamente com o compromisso de responder a todos os que lá chegarem.

E surgem medidas de ocasião…

José Rodrigues dos Santos, mais do que uma cara simpática, é um óptimo profissional.
Quem o viu, durante anos, a apresentar o Telejornal, conhece a sua natural e despretensiosa forma de ser.
Quem o leu, nos livros que editou, conhece o seu profissionalismo e a dedicação com que se entregou à profissão.
Quem o ouviu, na AACS, percebeu que os seus princípios jornalísticos surgem em primeiro lugar.

Por tudo isto, aguardo, com suspeita, pela próxima Direcção de Informação da RTP porque, atrás de José Rodrigues dos Santos, outros saíram (Judite de Sousa, Carlos Daniel, Maria José Nunes e Manuel da Costa).

Por tudo isto, recuperei, da minha parca estante de livros, a 7ª edição de Crónicas de Guerra que termina assim: “Instantes depois começou o cortejo da vitória.

Two down…

How many to go?

Voltei

Deputado Cruz Silva com mandato suspenso para ir a julgamento

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Até quando?

Eu sou a favor da praxe, pelo menos, sou a favor daquilo que está na sua essência: permitir a integração dos mais novos no meio académico. Eu, embora não tinha sido praxado e, inclusive, me tenha esquivado à praxe, julgo que podem existir muitos aspectos positivos numa praxe pensada nos que vão entrar na faculdade e não nos que já lá estão.

Normalmente a praxe não é desenhada tendo como objectivo a integração dos novos alunos. A praxe é criada tendo como objectivo a diversão dos antigos alunos. E quem as organiza nem sempre tem a noção de que estes dois objectivos não são mutuamente exclusivos, antes pelo contrário.

Por isso só é estranho que não surjam mais casos destes (linknova janela).

Como acontece por esse mundo fora desejo que a praxe seja, cada vez mais, um “Adaptation Camp” e, cada vez menos, um “Concentration Camp”.

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