
Écoutez! Dans nos vies futures, il sera difficile de retrouver cette précieuse condition humaine, dotée de tous les privilèges de la liberté. Le moment de notre mort est imprévisible. Qui sait? Peut-être mourrons-nous ce soir.
Escutem ! Nas nossas vidas futuras será difícil encontrar esta preciosa condição humana, dotada de todos os privilégios da liberdade. O momento da nossa morte é imprevisível. Quem sabe? Pode ser que morramos esta noite.
Shabkar
Offrandes: 365 Pensées de Maîtes Bouddhistes
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Em Algés/Miraflores vai abrir um Cup&Cino.
Está quase…
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Hoje tive a minha primeira reunião de trabalho através de vídeo conferência.
Quem conheceu os primórdios do netmeeting e, desde então, assistiu à evolução tecnológica que ocorreu no mundo não se devia deixar impressionar por este momento. E não me deixei. Mas conseguir conter o riso nos momentos iniciais já foi mais difícil. Se tivesse estado num episódio da Ally Mcbeal teria havido uma cena em que eu estaria atrás da pessoa que estava à cabeceira da mesa fazer macaquices por detrás dela. Eu seria apanhado, sentar-me-ia de novo e a cena seguinte era a continuação da reunião. Nada disso aconteceu e a reunião durou 5 minutos em vídeo conferência. A partir daí a imagem congelou e ficámos só com som. Até o netmeeting num modem 56k funcionava melhor.
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Renaître homme n’est pas chose facile et c’est aussi rare que pour une tortue borgne et solitaire nageant sous la surface des océans, de remonter tous les cent ans en passant la tête par l’orifice d’un joug de bœuf flottant, isolé dans le vaste océan.
Renascer homem não é coisa fácil e é tão raro como para uma tartaruga cega e solitária que nada sob a superfície dos oceanos, de subir todos os cem anos e passar a cabeça pelo orifício de um jugo de boi flutuante, isolado no vasto oceano.
Bouddha Shakyamouni
Offrandes: 365 Pensées de Maîtes Bouddhistes
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Hoje acordei a pensar nos sonhos.
Já sabia que o sonho acontece, na esmagadora maioria das vezes, na fase REM do sono.
Aquilo que não sabia era que há uma experiência visual em quase todos os sonhos, uma experiência auditiva em 40 a 50 porcento dos sonhos e toque, sabor, cheiro, e dor numa pequena percentagem.
A maior parte dos sonhos são na forma de histórias interrompidas feitas parcialmente de memórias com frequentes mudanças de cena.
Hoje acordei a pensar nos sonhos.
Houve dias em que desejei controlar o sonho. O mais normal é acordar e estar bem disposto, sem sequer me lembrar que os sonhos existem e existiram na noite que passou. Mas há dias em que acordo no meio do sonho. Bolas! Pior que não me lembrar do sonho é acordar durante o mesmo e ficar sem saber como continua. Não me lembro como começou, não percebo o que está a acontecer, mas não saber como continua é o pior de tudo. Então fecho os olhos e espero que o sonho recomece. E recomeça, mas nunca no caminho que eu pretendo seguir. Acordo outra vez. E fecho os olhos. Sonho e acordo frustrado e, provavelmente, já nem me lembro de metade do sonho de quando acordei pela primeira vez. Insisto e volto a fechar os olhos pois ainda não foi naquela jogada que “saiu vermelho”.
Hoje acordei a pensar nos sonhos.
Estudos indicam que o sonho equilibra-nos e que, se autorizados a dormir, mas impedidos de sonhar, ficamos psicologicamente afectados. O que não me parece que o estudo nos diga é de que forma ficamos afectados quando nos lembramos dos sonhos. O que não me parece que o estudo nos diga é que de forma ficamos afectados por sermos meros espectadores, sem qualquer controle, do nosso próprio sonho. O que não me parece que o estudo nos diga é de que forma ficamos afectados quando o sonho se torna realidade.
Hoje vou adormecer sem pensar nos sonhos. É o melhor.
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Em 2003 foi editado, em frança, o livro Offrandes : 365 pensées de maîtres bouddhistes. Nos seus 365 dias o livro aconchega cada pensamento com imagens alusivas ao Tibete e ao Budismo.
As imagens, neste blogue, serão outras. As imagens, neste blogue, serão da National Geographic.
A tradução, como referido anteriormente, é minha e tem a ajuda da minha professora de francês, minha mãe.
Os pensamentos, inevitavelmente, são de todos nós.
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O Jorge Palma tem um novo álbum de originais.
Chama-se “Norte”.
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Hoje encontrei o Marcos.
O Marcos é, sem dúvida, o maior especialista de vinhos que conheço e, nesta área, poderá vir a ser uma referência a nível nacional. Trabalhou na José Maria da Fonseca, hoje está na UNICER, nos vinhos, e está a tirar um Wine MBA, em França, que o irá fazer viajar para o Chile, EUA e Austrália.
“E a tua mãe, como está?”
O curso é integralmente em inglês, mas em França, com os colegas, o “zero à esquerda” que ele diz que sempre foi a francês, dá para conseguir comunicar.
“Diz-lhe isso!”
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Defini uma nova estratégia para melhorar o meu francês: traduções.
Todas as traduções serão minhas, excepto quando assinalado.
Nota adicional: As traduções são revistas, não por uma tradutora profissional, mas, mesmo assim, pela melhor professora de francês que conheço: minha mãe.
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Não sei se já estará nas livrarias o livro de Isabel Afonso, mas, a quem interessar, a editora é Padrões Culturais Editora.
Li o livro num final de noite e início da manhã seguinte. São 139 páginas com linhas espaçadas a 1.5 ou 2. Coisa de pouca monta.
A trama é básica. As personagens desprovidas de qualquer interesse. As cenas de sexo pouco interessantes. Isto porque o livro se resume a isso mesmo: cenas de sexo desinteressantes. Não há mais nada. Isto é, há! Há o HIV, a mensagem de moral barata e, a melhor parte, o fim.
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Cat Stevens, ou melhor,Yusuf Islam foi distinguido com o prémio “Man For Peace” de 2004.
Estou a ouvir a sua discografia completa que começa em 1967 com Matthew and Son e vai até 1978 com Back to Earth. Pelo meio, existem os extraordinários álbuns Tea for the Tillerman e Teaser and the Firecat, ambos de 1971. Também oiço Yusuf Islam.
Informações dele podem ser encontradas em Cat Stevens ou em Yusuf Islam.
Adiante falarei da importância que Cat Stevens e Bob Dylan tiveram, e têm, em mim. Para já, oiçamo-los.
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