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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

O Rei

Casa Santiago - Rei do Choco Frito (Setubal)

Se dúvidas houvesse, o nome diz tudo. É o Rei do Choco Frito. Setúbal.

Moto 4 - Comporta - Carla Caldeira Produções

Hoje fomos considerados o grupo mais indisciplinado que (eles) já tiveram. Parecem uns miúdos, disseram, no que foi interpretado, por mim, como uma tentativa, frustrada, de nos meter tino na cabeça. Não deixámos. Não deixamos. Não deixo, eu. Não me conheço de outra forma. Ao fim de três horas chegámos cansados, encharcados, mas inteiros. Ou quase. Eu estou todo partido.

El ‘botellón’ fue convocado en toda España por miles de jóvenes a través de ‘e-mail’ y mensajes a móviles y se extiendió a unas 20 ciudades. (El Mundo)

Estes espanhóis parecem uns miúdos

Difícil é passar em Azeitão e não parar. Difícil e, permitam-me, inconcebível.

É em Azeitão a nascente, que dá de beber a todos os povos do mundo, do excelente Moscatel de Setúbal. E como um bom vinho pede um bom petisco, inventou a gente da terra um queijo de ovelha divino e uns bolinhos de manteiga que obrigam o turista a parar, a provar, a gostar. (Sebastião da Gama)

jukebox

Por razoes óbvias passei a ouvir Jimi Hendrix. A música francesa [também] não puxa carroças. A Jenifer também não. Troquei de Foxy Lady.

Um evento desportivo tem sempre de ser precedido ou seguido de um evento gastronómico. Esta é uma regra indiscutível e incontestável. Um evento gastronómico, por seu lado, não requer, em nenhuma altura, um evento desportivo a acompanhar. Básico. A propósito disso…

Desportista A: Amanhã vamos à comporta para a actividade desportiva, certo? 15h?
[Actividade desportiva não implica, necessariamente, fazer desporto. Já alguém deve ter provado que assistir a actividades desportivas também ajuda a manter a forma física. No meu caso, faz milagres.]

Desportista B: Sim, combinamos almoço em Setúbal?
[Aí está, evento gastronómico. Nem é preciso dizer o que vamos almoçar]

Desportista A: Se calhar é preferível ser um lanche ajantarado. Se nos vamos encher de choco frito e imperiais é melhor ser depois.
[Correcção: afinal, é melhor clarificar tudo. Peixe grelhado e suminho não puxa carroças. Choco frito e imperiais sim. Regra numero um dos eventos gastronómicos: Se é para ser, seja à grande.]

Desportista B: É melhor. Fica assim combinado.

Desportista A: De qualquer forma vamos ter de almoçar. Podemos almoçar em Setúbal.
[Aha! Regra número dois: Se é para ser, que seja antes. Nunca sabemos como vai ser depois. Desportista prevenido…]

Desportista B: De facto… Fica então combinado almoço. Lanche e jantar logo vemos. Podemos passar em Sesimbra.
[Regra número três: Se é para ser, que seja diversificado. Se há alturas em que não vale a pena meter todos os ovos no mesmo cesto, neste caso, não vale a pena meter só ovos dentro do cesto.]

Desportista A: Certo
[moção aprovada por unanimidade e aclamação]

As comemorações que encerram hoje, do Instituto de apoio à criança, começaram com uma sessão intitulada “a criança e o direito à utopia”. Todas as conferências, celebrações, quaisquer eventos, deveriam começar com um “… direito à utopia”. Digo mais, todos os dias deviam começar com um “… direito à utopia”. E todos deveriam ter esse direito. Um direito consagrado na constituição. um direito à utopia. Um direito que nos deixe sonhar mais alto.

P1010361.JPG

O curso de vinho e vinhas começa sempre com uns quantos frascos de cheiros a nossa frente. O objectivo é reconhecê-los. Ora, para um nariz habituado a distinguir a delicada diferença entre um coirato e uma entremeada bem passada, nada parece difícil, muito mesmo impossível, neste campo. Apresento já algumas vitórias no meu currículo.
Por exemplo, quando me dão a cheirar amora, framboesa ou morango acerto sempre, nem sempre em cheio, mas sempre ali por perto. Nessas alturas digo sempre que “ou é amora, framboesa ou morango”. “Não há que enganar”, gosto de acrescentar. Às vezes é groselha, mas… raramente.
O mais difícil é com cheiros que não temos cheiramos todos os dias. Cheiro a cavalo, por exemplo. Se me aparece o cheiro a cavalo tenho mais dificuldade em distinguir se é cedro ou espargos. A cavalo nunca me cheira.
Tudo se torna mais fácil quando nos dão a solução. “Cheira lá e diz-me se não é melão.” “Ah, pois é. Claro que é melão. Quem escreveu Feno no meu post-it?”
E assim passamos alguns minutos na galhofa como se isto dos vinhos fosse uma brincadeira. No final do exercício, sinto que nem tudo está perdido para este nariz que passa o tempo enfiado na mostarda de uma entreada ou coirato…

Límpido e intenso. Com um aroma realizado e e pronunciado. Couro. Alguma adstringência e um final prolongado. É um blogue com uma presença ampla, estrutura consistente, um carácter franco e um estilo original. 92

Que tal…

Ainda acerca do curso de paraquedismo que, ao contrário do planeado, já não vou fazer até final de Março. Em Abril, espero.

Amigo: fiz o mesmo curso
Amigo: mas foi atraves duma escola de paraquedismo
Eu: qual?
Amigo: uma q nao recomendo… “queda livre” www.quedalivre.pt
Eu: não recomendas pq?
Amigo: pessoalmente n tenho grandes razoes de queixa… comigo correu td bem…
Amigo: mas houve pessoal do grupo q ficou mt lixado e com razao
Eu: o paraquedas nao abriu?
Amigo: um partiu o pulso… uma queda conturbada, pois o paraquedas n abriu bem
Amigo: mas calma, n te assustes

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