Ainda acerca do curso de paraquedismo que, ao contrário do planeado, já não vou fazer até final de Março. Em Abril, espero.
Amigo: fiz o mesmo curso
Amigo: mas foi atraves duma escola de paraquedismo
Eu: qual?
Amigo: uma q nao recomendo… “queda livre” www.quedalivre.pt
Eu: não recomendas pq?
Amigo: pessoalmente n tenho grandes razoes de queixa… comigo correu td bem…
Amigo: mas houve pessoal do grupo q ficou mt lixado e com razao
Eu: o paraquedas nao abriu?
Amigo: um partiu o pulso… uma queda conturbada, pois o paraquedas n abriu bem
Amigo: mas calma, n te assustes
…
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Abalei sem companha para o Chiado um bocado desensofrido por causa da cirurgia – nada de grave nem nada que me tivesse deixado esbornecado. Com a invernia que estava, e ainda está, fiquei um bocado repeso de andar por ali de trás para a frente por causa da maleita. Acabei por ficar solado num café da zona a estafonar alguns euros que me ajudassem no esquenturamento do corpo e me permitissem, infundido, ler o livro comprado na FNAC. Perto da 20h30, já com mais síria, fui para a porta do São Luiz arrelampado com a quantidade de pessoal que por lá estava. Tinha terminado o EACE e estava o Mexia de saída com a parança do costume. Aos poucos foi chegando a minha companha e ali ficámos um bocado no parodim espanhol até estarmos todos. Entrámos e lá ficámos quedos durante toda a peça. No final mais um pouco de treco treco, meio gato malhado e separámo-nos sem direito a bocanço. Nada que me deixe banzado. Estou-me rintando.
(No são Luiz está em cena a peça de José Luis Peixoto na qual, dizem, se pretende reflectir sobre a esperança e a vontade diária de construir o amanhã. O melhor é ir ver. Até 5 de Fevereiro)
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No Cais do Sodré há uma tasca, que já não é tão tasca quanto isso, que avisa os seus estimados clientes que “não se vendem bebidas alcoólicas de manhã”. A culpa deve ser do pessoal que sai para a rua depois do Jamaica fechar as portas. Digo eu…
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Eu: Quero ter um programa de rádio.
Ele: Estás parvo?!
(…)
Ele:Escreve um livro…
Eu: Um livro?!
Ele: Para que é que hás-de estar a chatear o pessoal com um programa de rádio?
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Acho que vale sempre a pena sair com o pessoal em sesimbra. Ou em Lisboa. Ou no Algarve. Ou em Portalegre. Ou em Monção. Ou em Vigo. Ou… por aí.
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A notícia ecoa por todo o mundo. Lance Armstrong, vencedor por sete vezes da volta à França em bicicleta, correu dopado em 1999, na sua primeira vitória no Tour..
Na TSF diz-se que Lance declarou através da sua página pessoal que nunca consumiu substâncias proibidas. A mim decepcionou-me pois teria preferido que Lance tivesse dito que nunca tinha consumido substâncias dopantes, fossem proibidas ou não. Agora, com acesso às suas próprias palavras, através de outro meio de comunicação, leio que ele disse isso mesmo.
Custa-me a falta de rigor com que somos informados. Independentemente do que ele possa, ou não, ter tomado.
I will simply restate what I have said many times: I have never taken performance-enhancing drugs.
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Já saiu da praia às 18h30. Estava com fome e passou pelo café da praia para lanchar uma tosta.
Sempre boa, pensou ele enquanto saboreava a primeira dentada.
A primeira vez que lá tinha ido fora com a Luísa, quando andava no 9º ano. Na altura estavam de férias e tinham ido para a praia com o pessoal da turma. A Luísa, que morava na mesma rua, mas num outro prédio, andava sempre atrelada a ele. Ele gostava. Naquele dia saíram da praia às 19h00 e perderam o autocarro por dois minutos. Tinham de esperar mais meia hora pelo próximo e resolveram ir ao café. Aquele foi o primeiro que apareceu. Era um café igual aos outros, mas com tostas gigantes e muito saborosas. Com a fome que estavam foi do tamanho que mais gostaram. Tornou-se ponto de paragem quase obrigatório em dias de praia. Passou a ser o bar da praia.
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Hoje voltei a ouvir uma entrevista de CVM na TSF. Poucos minutos em que fala com Alejandro Erlich Oliva do grupo Opus Ensemble. Carlos Vaz Marques tem o melhor programa de entrevistas das rádios portuguesas. E nem é preciso ouvir o Pessoal e… Transmissível para ficar com essa ideia. Bastam poucos minutos como hoje.
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Hoje às 19h00 o CVM vai entrevistar o RAP, um dos gatos.
Deve valer a pena conhecer o outro lado. O lado mais pessoal e… transmissível.
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Afinal não é a Amnésia, mas sim o Amnésia. Ele já me alertou para isso e deixou um comentário no blogue que deu direito a abrir uma garrafa de Moët et Chandon para festejar. Foi o primeiro.
Há uma altura na vida em que a primazia tem especial importância. Será que fui o primeiro no teste? Será que fui o primeiro a chegar à meta. Será que fui o primeiro com quem ela dormiu? É uma altura em que a afirmação pessoal nos chega de fora e não de dentro. É uma altura em que a competição é com os outros e não connosco. É uma altura em que nos preocupamos mais com a parecer do que com o ser.
Vamos crescendo e, naturalmente, uns mudam.
Começam a preocupar-se mais com o ser do que com o parecer e mais consigo do que com os outros. O caminho da afirmação pessoal é, inevitavelmente, de dentro para fora. Aí, o mais importante já não é ter a melhor nota no exame, mas o melhor aproveitamento do conhecimento adquirido. O mais importante já não é ser o primeiro a chegar à meta, mas sim aquele que quando chega sabe que deu o máximo. O mais importante já não é ser o primeiro a dormir com ela, mas sim aquele que lhe provoca as mais extraordinárias sensações.
Por isso, Amnésia, o mais importante não foi teres sido o primeiro, mas sim teres gostado. Espero que voltes.
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Há uns anos trabalhei, durante uns meses e enquanto estudava, na Reuters em Lisboa.
O trabalho era simples, mas implicava alguns sacrifícios. O pior deles todos: acordar às seis da manhã. Quem anda na universidade e se envolve em eventos sociais (festas, festas ou festas) dificilmente conhece a dificuldade em deitar-se às 4 da manhã e acordar à seis, para trabalhar. Nessa altura tive uns meses de vida regrada, embora num ou outro dia tenha andado a bater com a cabeça no monitor cada vez que os olhos se fechavam.
Chegava de manhã e ia levantar os jornais do dia ao quiosque do centro comercial que tem montra para a Av. Fontes Pereira de Melo. Como não tinha chave a Sra. da limpeza deixava-me entrar e eu era, desta forma, o primeiro a chegar ao escritório. A meio da manhã, por volta das 8, já depois de ter dado abertura de algumas coisas de que já não me recordo o nome, voltava a pegar nos jornais e fazia uma recolha das principais notícias para introduzir no sistema.
Não era raro o dia em que o pessoal do escritório pegava nos jornais e começava a comentar determinadas notícias que só saíam no DN, sempre relacionadas com a Lusomundo, sempre em destaque, sempre no DN.
O Barnabé tem razão. Esta não é relacionada com a Lusomundo, mas o princípio é o mesmo. É preciso estarmos atentos.
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