
1. Neste regresso a Moçambique decidi não trazer máquina fotográfica. Por isso, serão poucas as fotos e as que aqui colocar terão outro dono que não eu. Esta é do Miguel.
2. O fim de semana no kayakweru

1. Neste regresso a Moçambique decidi não trazer máquina fotográfica. Por isso, serão poucas as fotos e as que aqui colocar terão outro dono que não eu. Esta é do Miguel.
2. O fim de semana no kayakweru
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Este blogue está repleto de palavras que nunca chegaram a posts. Escrevo e arrependo-me. Escrevo sem pensar. Escrevo e não gosto. Saiu feio. Escrevo, mas ninguém pode saber. É segredo. Por vezes escrevo e pergunto: que achas? Quando pergunto, já escrevi, raramente publico. Qualquer razão é válida desde que eu a decida como tal. São posts que escolhi abortar. Condenem-me. Já foram mais de 100.
* que não vai a referendo
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nós é que devíamos ter ido ao Dubai.
[festa estava fraquinha. A febre fez-te delirar, só pode :)]
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Somos entre 20 e 30, decidi não ir a Pemba e juntar-me ao grupo à última hora, há um encontro internacional de capoeira, o Pestana está cheio, não consideraram razoável eu ficar no quarto de um casal amigo e o coco loco estava ocupado.
Sem stress. Até sábado, pensei, há-de surgir alguma alternativa. Em última análise, temos praia.
Houve uma desistência, ligaram-me agora, e vou juntar-me a três raparigas, que também não tinham lugar no Pestana, que não conheço, no coco loco.
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Do filme Moçambicano “O jardim do outro homem”, que fomos ver esta semana ao Xenon, cito, de memória, o seguinte: “Na falta de condições a Impala pode atrasar o nascimento ou até provocar um aborto”.
* que não vai a referendo
Chega uma altura em que temos de deixar de lutar. Lutamos sempre. Lutamos por tudo. O problema pode nem estar no objectivo. O importante é perceber que os custos afundados nem sempre são uma perda. O caminho é outro até nos deixarmos de ver.
(e o Ciberdúvidas continua, embora diferente, excelente. Está melhor e imprescindível)
who by fire, who by water
who in the sunshine, who in the night time
who by high ordeal, who by common trial
who in your merry merry month of may
who by very slow decay
who in her lonely slip, who by barbiturate
who in these realms of love, who by something blunt
who by avalanche, who by powder
who for his greed, who for his hunger
who by brave assent, who by accident
who in solitude, who in this mirror
who by his lady’s command, who by his own hand
who in mortal chains, who in power
Como se não fosse para nós. who shall I say is calling? Deixando de passar na vida sem pensar.
* Leonard Cohen
Tags: Moçambique
Estão há cerca de dois meses em viagem. Falta pouco mais de um mês. Há cerca de um ano e meio estivemos, eu e o FM na Ilha de Moçambique sempre acompanhados pelo Harry Potter. Nos últimos dias os nossos irmãos também lá estiveram, falei com o Harry, ainda é o campeão do Kuduro, faz tudo acontecer e tudo acontece.
Neste momento, em Pemba, já com outra máquina fotográfica, as aventuras continuam. Não indo este fim de semana a Pemba e face à impossibilidade, já confirmada, de me encontrar com eles em Zanzibar, considero Nairobi como alternativa mais provável embora, ainda assim, muito pouco provável. Se não der, apanho-os no regresso e vou à Beira, Pemba ou Zanzibar noutra altura, até 11 de Março.
Para já, no blogue, as aventuras até ao Malawi…
(…) além disso seria uma boa experiência ir ao tribunal aqui no Malawi.
Desde Novembro que passei a ir à Geladaria mais do que uma vez por dia. Um café e uma água fresca nacional. Todos os empregados me conhecem, quando não tenho dinheiro não deixo de lá ir, pago depois, e já aconteceu nem sequer precisar de fazer o pedido. Hoje sentei-me e esperei pelo café e pela água. Perguntaram-me se queria o costume e fiquei com dúvidas.
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