vícios urbanos
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[foto daqui]
Há uns anos, deixei de fumar. Foi um passo consciente e que tomei por livre iniciativa sem qualquer tipo de pressão exterior. A pressão sempre foi em sentido contrário.
Não passei a fazer parte do rol de antigos fumadores que se tornam, apartir do momento em que largam o cigarro, “anti-tabagistas desde que nasceram”. Não me tornei moralista em relação ao tabaco. Tenho uma grande dificuldade em aturar esse tipo de comportamento. Deixei de fumar. Não deixei de gostar do cheiro. Não deixei de ir a espaços onde o fumo impera. Mudei muito pouco. Deixei o vício.
Em Moçambique regredi. Fumei uns cigarros. Nada de grave. Foram menos os cigarros do que os dias que lá passei. Pior foi hoje. Peguei na carteira, comprei um maço de ventil, e fui beber um café. Fi-lo escondido dos amigos com quem passo o dia. Fi-lo, escondido de todos, receoso dos olhares reprovadores de quem pudesse passar. Fi-lo, ironia, hoje que é dia mundial do não fumador.
Hoje, porque nada permanece, mas a vida repete-se, voltei a deixar de fumar.
Há vícios, por muito prazer que dêem, nos quais não devemos insistir…
mas já não estou a falar de tabaco.
eu fumei durante muito tempo, deixei de fumar talvez em Janeiro deste ano, também não sou anti-tabagista, nunca gostei que o fossem comigo e cada um sabe da sua saúde, mas passei a detestar o cheiro e o facto de “fumar” muitas vezes o fumo dos outros, vejo agora o outro lado, o dos fumadores passivos que também merecem respeito .. :)
Eu tb deixei de fumar.
Às vezes até me esqueço. Que deixei de fumar, mas que tb já não fumo.
É (UM) dos vicíos que se deve deixar.
Há outros.
Mas voltaste a conseguir deixar de fumar:)
Bjos
A.
Parece que foi Mark Twain que disse “It’s easy to quit smoking. I’ve done it hundreds of times.”
Durante os Santos, nas tuas mäos apenas quero ver copos, latas ou…