Post-it .7
Tags: peixe
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Tags: Pedro Mexia, peixe
Regresso da leitura do DN, na sua versão em papel, no café. Está lá um artigo sobre comida japonesa com uma foto do Sakura. Aqui também. Têm lá as moradas. Aqui também.
Queria incluir no blogue o que o João Miguel Tavares escreveu sobre as cartas do António Lobo Antunes, mas não encontrei na versão online do jornal. Tá mal! Fico com a ideia que na internet o DN é um jornal pela metade. Ou então sou eu… not half the man…
Vale-nos o esconjuro do Pedro Mexia. Está lá todo. E eu ainda tenho dois bilhetes para o concerto de hoje. Se alguém quiser…
Fomos jantar a casa do Xou Director. Quando chegámos estava a Inês a tratar dos seis quilos de amêijoas e a fazer a pasta à xou director. Antes, durante a tarde, o Orlando tinha ido comprar camarão do bom ao mercado do peixe. Daquele camarão que tem muito bom aspecto quando o vemos na bancada, mas que chega a casa podre. As amêijoas que abriram estavam deliciosas. Os restantes cinco quilos seguiram o mesmo caminho que os camarões. Estava tudo a correr bem.
Cumpriu-se o ritual de ver o telejornal. Jogou-se PS2 e quinito. À meia noite, eu e o Fernando fomos para casa, pois ainda tínhamos de ultimar a apresentação do dia seguinte. O Fred e a Ana Rita vieram também e nenhum de nós estava preparado para o que se seguiria.
Neste oceano que é a vida há quem ainda se deixe sobreviver dentro de um aquário.
Há muitos filmes de animação memoráveis. Não me lembro de em criança ver muitos e talvez por isso me tenha tornado num aficcionado do género. Desde o Rei Leão. Acho que gosto de todos, mas o Finding Nemo tem-me marcado mais.
Vejo-o para sentir essa criança. Para estar com ela. Porque não posso estar todos os dias.