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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

A música de Nina Simone é perturbadora. Um verdadeiro pesadelo quando acaba.

Ficar em Maputo mais uns dias foi uma oportunidade. O desafio vai ser embarcar. O visto já caducou.

‘Tá visto que também é uma oportunidade.

Rui Costa no Benfica

waves

Desde que vim para Maputo que a leitura de blogues tem estado condicionada. Na verdade, só tenho passado por um ou dois blogues. Um, para ser mesmo verdade. Os outros, que costumo ler com regularidade, têm mais de 800 entradas novas. já é muita areia para o meu camião. Vou começar do zero, a partir de Sábado.

aqui

Sábado

Hoje percebi o verdadeiro significado disto.

Deveria estar, neste momento, no avião, de regresso a Portugal. Não estou. Ainda.

…devia ser uma palavra acentuada. Duplamente.

Ma-Schamba

O Ma-Schamba acabou. Porque tudo acaba. É inevitável.

O pior, contudo, é ter desaparecido.

Por muito volátil que seja o matrimónio ainda detêm um forte poder de sugestão. Acabar com o sofrimento, com a esperança de um retorno, por exemplo. Para a vida. Espera ele.

Porque não tenho tempo para mais. Porque não é só o matrimónio que encerra este poder. Espero eu.

outros jogos

– Tem de ser isso. Eu venho para cá… um ano e meio.

– Tenho pensado nisso. Era muito bom para o projecto. Mas… Estás a falar a sério ou é só por causa da bebedeira dos camarões

Pausa

– Estão bons, não estão? De facto, é melhor voltarmos ao assunto amanhã…

Voltámos. Ontem e hoje. Os próximos dias consolidarão este assunto. As próximas semanas serão decisivas. Qualquer que seja o desfecho, na meta o sabor amargo da derrota aguarda-nos braço dado com o encanto da vitória. Importante é não jogar para o empate.

outros copos

Mais cedo ou mais tarde, é inevitável, chocamos de cara com as condicionantes que resultam do estado de embriaguez. Mais cedo que mais tarde percebemos que o alcool está longe de ser a única substância que nos enleva, e, mais tarde que mais cedo, percebemos que há alturas em que basta a imaginação. Tudo isto porque, há outras alturas em que percebemos que já é tarde demais, estamos ébrios, e nem sequer sabemos porquê.

Dizem que o tempo, por aqui, passa mais devagar. Há mais tempo.

diz-se

Não é para todos. Não faz mal. Mais do que a velocidade, conta o que se faz. E não importa que passe a correr desde que não nos passe ao lado.

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