bananas
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Ponto 1. Há vários tipos de bananas. Ponto 2. Há vários tipos que são bananas. Ponto 3. Há “falsas bananas” Ponto 4. Não há “falsos bananas”.
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Ponto 1. Há vários tipos de bananas. Ponto 2. Há vários tipos que são bananas. Ponto 3. Há “falsas bananas” Ponto 4. Não há “falsos bananas”.
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Faz amanhã um ano que ele escreveu o último dos sete posts que tem no blogue. Foi blogue de pouca dura. Face ao seu muito apreciado “discurso circular” e sabendo-o leitor assíduo de blogues, uns maus e outros dramáticos, estou certo que o seu regresso, tal como o seu fim, sobrevirá. Faz parte do discurso circular. Até esse dia, o do regresso, o privilegiado sou eu, não só pelo prazer da companhia, não só pelo que não quero aqui escrever, mas também por ele (e ela) me deixar adormecer a qualquer dia, a qualquer hora, em qualquer canto da casa, como se fosse eu que mandasse naquilo. Se fosse eu verdadeiramente a mandar, metia-lhe uma piscina!
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O Ciclone Gamede começa a aparecer em nota de rodapé:
A second storm, Cyclone Gamede, was just north of Madagascar on Friday and forecasters said it was possible it would lash the same area of Mozambique on Sunday.
Cada homem é sofisma
bem engendrado.
Graças aos seus devaneios
esgueira-se dos biltres
nos braços delas.
José Craveirinha
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africana. Banzo. Nostalgia mortal, dos negros de África, pelo seu país e cultura.
Um diferente morrer de amor.
Pela primeira vez, e única até hoje, senti a falta da minha máquina fotográfica. Quando vim em Janeiro decidi não a trazer. Mais do que forçada, foi uma opção consciente. Não levo. Desde que cheguei as fotos não me faltaram e ganhei um pouco da liberdade que a máquina me tirava. Mas hoje, hoje precisava de ter registado aquele momento. Era simples, tão simples.
É fácil cair na nostalgia dos bons momentos. Eu sei que os maus momentos não a trazem, mas, ainda assim, deixem-me dizer: dos bons momentos. é fácil, mas é um erro. o blogue, os blogue, ou, neste caso, o blogue, não nos permite esquecer. é a essa memória que nos agarramos, à nostalgia dos bons momentos, para seguir em frente. é um erro, mas necessário.