– I had never worked abroad. So,that’s why I came.
– You’re not married…
– Not anymore. Actually, that was another reason for me to came
Criar relações nem sempre é fácil. É mais fácil aqui onde há sempre alguém que foge de alguma coisa e onde toda a gente procura um novo sentido. Debaixo de água, a quinze metros de profundidade, ainda é mais fácil. Espero que ele não fique por cá muito mais tempo. Na Austrália também se mergulha.
(*Cat Stevens)
Perceber que nunca é tarde demais traz-nos a certeza de que amanhã pode não vir a tempo.
– Gosto de ti! O amor é para sempre.
– para sempre?
– para sempre!
– Isso do para sempre já não sei…
Perceber que pode não ser para sempre valoriza-nos o presente. Saber que não é desgraça-o. Por isso todas as outras certezas. A certeza de que nunca é tarde mais. A certeza de que há sempre tempo. A certeza de que não há tempo que não seja para sempre.

Cat Stevens, ou melhor,Yusuf Islam foi distinguido com o prémio “Man For Peace” de 2004.
Estou a ouvir a sua discografia completa que começa em 1967 com Matthew and Son e vai até 1978 com Back to Earth. Pelo meio, existem os extraordinários álbuns Tea for the Tillerman e Teaser and the Firecat, ambos de 1971. Também oiço Yusuf Islam.
Informações dele podem ser encontradas em Cat Stevens ou em Yusuf Islam.
Adiante falarei da importância que Cat Stevens e Bob Dylan tiveram, e têm, em mim. Para já, oiçamo-los.















