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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

Rumo

BA

O Bairro Alto tem tudo de bom. No BA encontramos óptimos restaurantes, encontramos bares com boa música e bebida e encontramos mulheres bonitas.

Esta noite fui ao BA jantar no Calcutá. Comi Chamuças de frango, Garlic Nan – Pão indiano com alho e Arroz – biryani – com camarão. Da próxima já não quero o biryani com camarão. Aliás, da próxima vou a outro restaurante indiano e guardo o BA para os bares e, claro, mulheres bonitas.

A cantar.

Ela pôs-me a cantar…

Primavera

Ainda a própósito do dia do pai.

Por muito que a estrutura base da família se vá alterando ao longo dos anos diversos principios universais devem manter-se. Para mim, o papel de Pai é fundamental para o desenvolvimento da criança. Para mim foi importante, em criança, admirar a profissão do meu pai. Foi importante ir ver o Benfica ao Estádio da Luz. Foi importante fazer a árvore de Natal. Foi importante ir apanhar sacas de pinhas para a lareira. Foi importante ele existir. E tais como estas, foram importantes muitas outras memórias. Mesmo as mais infelizes continuam a ser importantes.

Qualquer um pode ter um filho, mas nem todos conseguem ser pais. E nem todos os pais precisam de um filho. Eu quero ter um filho e ser pai. Para sempre.

Nemo

Neste oceano que é a vida há quem ainda se deixe sobreviver dentro de um aquário.

Há muitos filmes de animação memoráveis. Não me lembro de em criança ver muitos e talvez por isso me tenha tornado num aficcionado do género. Desde o Rei Leão. Acho que gosto de todos, mas o Finding Nemo tem-me marcado mais.

Vejo-o para sentir essa criança. Para estar com ela. Porque não posso estar todos os dias.

Sou um peixe palhaço.

Conversas

Ele: Enquanto namorámos, alguma vez me traiste?
Ela: Não

(pausa 5 segundos)

Ele: Se tivesses traído dizias-me?
Ela: Não

Larry: I’m Larry, the doctor.
Anna: Hello, doctor Larry.
Larry: Feel free to call me “The Sultan”.

Closer

A matryoshka não tem só uma fachada. Cada um dos bonecos encerra em si as mesmas bases. Independentemente do tamanho a matryoshka maior é igual, no essencial, à matryoshka mais pequena. O importante é sermos nós mesmos por muito pequenos que nos sintamos ou por muito grandes que sejamos.

Pouco mais de 16 anos depois da primeira edição a Don Quixote lançou no ano passado a 26ª edição de A insustentável leveza do ser de Milan Kundera. 26 edições em 16 anos é um bom número no panorama editorial português em termos de longevidade e de sustentabilidade de um livro.

Descrito na contracapa como seguramente um dos romances míticos do século XX tomou lugar na minha mesa de cabeceira. Até à página final.

Para já, fica a questão lançada por Kundera, poderá condenar-se o que é efémero?

Give me a kiss to build a dream on
And my imagination will thrive upon that kiss
Sweetheart, I ask no more than this
A kiss to build a dream on

Give me a kiss before you leave me
And my imagination will feed my hungry heart
Leave me one thing before we part
A kiss to build a dream on
(…)

Agenda

Para os próximos dias, com atraso:
i. Matryoshka
ii. Dia do Pai
iii. Primavera

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