Já tanta gente escreveu sobre o amor que às vezes parece mentira que consigam dizer alguma coisa que não tenha sido pensada. Já foi, de certeza.
O amor é uma coisa, a vida é outra.
O amor puro é uma condição.
A vida que se lixe.
Não é para perceber.
Só um mundo de amor pode durar a vida inteira.
E valê-la também.
Só para dizer que gostei de ler o que o MEC escreveu sobre o amor. E ele diz muito mais do que aqui está. Gostei de ler no blogue desta folha de outono, mas não concordo com o que ela diz no início. Eu também gostei, mas, ao contrário de ti, acho que ele não diz muito, acho que não diz nada, acho que, se diz alguma coisa, diz inutilidades. Mas gostei.
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Troco mails com alguns dos visitantes deste blogue. Às vezes chegam aqui, comentam e mandam-me mail. Outras vezes chegam aqui, comentam e mando-lhes email. Há de tudo mas com a maior parte deles já tenho relações fortes há muitos anos. Há uns dias, depois de um comentário e um email, tive de me justificar.
Sabes que nem tudo o que escrevo reflecte o que penso. (…) Talvez deva alterar isso e ter mais cuidado em escrever o reflexo do meu pensamento.
Nem tudo o que aqui escrevo reflecte o que penso, há muita ficção e muitas imagens distorcidas, mas escrevo com o meu nome próprio e assumo todas as suas consequências. Quem me conhece sabe o que penso, ou não, mas, mais importante, quem me quiser conhecer terá sempre de ir para além do blogue. Não há outro caminho.
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Chamo-me Tiago Nuno da Costa Pinhal
Nasci em Sesimbra
Tenho 29 Anos
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Homem casado: Eu acho que um homem deve ter uma amante…
Eu: Eu acho que um homem deve casar com a amante…
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Au revoir, but not Good-Bye, Soldier Boy.
Brush that tear drop from you eye, Soldier Boy.
When you’re on the deep blue sea,
Will you sometimes think of me?
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hoje disseram adeus até amanhã
para sempre
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um dia que descubra que a verdade existe
acabo contigo
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Há quem acabe por SMS. Há quem não acabe. Há quem acabe por mail. Há quem acabe aos bocados. Há quem acabe por telefone. Há quem acabe pela televisão. Há quem acabe sem nunca saber. A forma é o menos importante. Quando quiserem acabar comigo pode ser à lei da bala.
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