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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

Ligaram-me de Macau a perguntar se quero apostar no Benfica. Deve ser isto aquilo a que eles chamam de globalização.

[3:2 para o Benfica dá quanto? (…) Pode ser.]

por aí…

[Branco no Preto]

O que é ser um homem bom?

(…)

Mais uma coisa em que é muito mais fácil ser mulher. Toda a gente sabe o que é uma mulher boa!

[O Blog da APA]

Ora digam-me lá se convergência real e convergência nominal, rendimento monetário líquido, “redes globais de capitais, gestão e informação” como motor da economia mundial,

(…)

não soam muito melhor se apertarmos formas voluptuosas num noir-basique, como este da foto?

[A Pipoca Mais Doce]

Apetece-me…

… berrar “vai-te foder” a algumas pessoas;

Desde que os posts da Merche Romero e da Diana Chaves ficaram para trás que o google deixou de me trazer resmas de gajos à procura de festa. Desde então só os suspeitos do costume e, muito esporadicamente, um ou outro que vem do google e não sabe bem onde deixou a nave espacial. Normalmente chegam cá e percebem que não foi aqui.

Hoje, há uns 20 minutos, chegaram cá à procura de uma última dança. E dançaram aqui… Se isso do amor existe, só pode ser a última dança.

A expressão “dissonância cognitiva”, criada pelos psicólogos sociais, pode ser simplificadamente entendida como a discrepância entre os dados da realidade e o modo pelo qual a mesma realidade é percebida.

Para reduzir a dissonância, nós dispomos de diversos meios: modificar nosso comportamento, mudar nossas opiniões, ou ainda incorporar informações novas ao nosso estoque de conhecimentos.

(…)

Uma dissonancia intervem também quando o individuo é solicitado por uma tentação que ele percebe como culpada. Um homem que cometeu um tao repreensível aos seus próprios olhos está sujeito a uma dissonância cognitiva penível,. Ele a reduz adotando uma atitude mais indulgente do que a que ele possuia antes, frente ao comportamento incriminado. Ele se arranja assim para melhor se perdoar. Ao inverso, qualquer um que resistiu a uma tentação vergonhosa é muito mais severo em relação ao ato que ele não cometeu, um modo de reduzir a dissonância causada pela frustração de não ter gozado o prazer defendido.

A pensar na relação existente entre arrependimento, necessidade de redução da dissonância, auto-estima. Parece-me contra-natura não termos arrependimentos, por muito curta que seja a percepção temporal da nossa existência. Contudo, há quem não os tenha. Parece-me que há quem precise de não ter arrependimentos. Há quem nunca os veja, nunca os tenha, mas nunca deixe de os sentir. Há quem o tenha e nunca os deixe de ter. Procurar aceitar os seus arrependimentos com a naturalidade possível, pode não ajudar a evitá-los.

Por vezes a única solução é viver com o arrependimento. Há que aprender.

A pensar nisto… Só espero não me arrepender de o ter escrito.

[um smile manhoso]

Às vezes penso que devia ser pago pelo governo para não fazer nada, tamanho é o meu talento para esta função. Infelizmente isto não acontece. Trabalho como um burro de carga. E vou até esquecendo do prazer de não fazer coisa nenhuma que perseguia com afinco tempos atrás. Hoje, quando fico à toa, sinto culpa. Pior sintoma pessoal da doença coletiva chamada capitalismo. Proponho então a fundação da ADFN (Associação dos Amigos do Dolce Far Niente).

um Dolce Far Niente do Brasil, no Não Concordo Comigo

Susana, Tu és muito esperta…
(1) começas por, de mansinho, meter o link durante uns tempos no + destaque daquela forma escandalosamente ordinária àcerca da qual já tive oportunidade de me referir…
(2) depois, certa de que seria imoral recusar-te tal pedido, metes o ‘se me permite’ e ainda dizes que sou livre de recusar cordialmente…
(3) acrescenta ainda a forte probabilidade de termos andado na mesma escola secundária…
Tu és muito esperta…

5 hábitos distintivos?

1) deixar as compras de Natal para o dia 24 de Dezembro (incorrígivel, mas como é só uma vez por ano…)

2) acumular facturas de restaurantes, portagens, notas, moedas, caixas de pastilhas, etc… indiscriminadamente pelo porta luvas do carro, bolsos dos casacos, bolsos das calças, secretária, etc, etc, etc, … (incorrígivel)

3) passar as mãos pela cara, esfregar a cara – mesmo sabendo que fico cheio de riscos vermelhos (dermografismo) (incorrígivel)

4) brincar com os talheres enquanto como e converso ao mesmo tempo – tipo, apontar os talheres à pessoa com quem estou a falar (tempos idos… não conta)

5) ter sempre uma muda de roupa na bagageira do carro não vá o diabo tecê-las… (não é sempre… ainda recentemente teria dado jeito e… chapéu)

6) secador de cabelo para aquecer a cama… (também já não conta…)

7) Cozinhar e ir deixando tudo espalhado pela bancada da cozinha: as cascas dos ovos, as embalagens do alimentos, etc, etc, etc, …

8) comprar calças ligeiramente curtas (já despedi o moço das baínhas…)

NR: (1) Agradeço à Sheila a colaboração. A lista que fez das minhas manias era interminável… (2) Desde já me recuso, cordialmente, a responder a qualquer outro questionário que me seja dirigido… esta excepção já foi cabalmente justificada. (3) Como não vou passar a ninguém também não meto o regulamento.

gratuito


do Lat. gratuitu  

 

adj.,

feito ou dado de graça, sem remuneração;

desinteressado;

que não tem fundamento, sem motivo.

 

O princípio do fim.

Há quem nunca precise de dizer mal de alguém para se sentir melhor com elas próprias. É assim que eu gosto dos meus amigos. Um dia que eu o faça, mesmo que talvez só eu me aperceba, será o princípio do meu fim.

Scarlett JohansonA actriz Scarlett Johanson vai interpretar a canção «Summertime», de George Gershwin.

Para o fim de semana, Summertime, com Miles Davis.

vícios

Habituada que estava a falar mal das pessoas pelas costas, quando comentava um post alheio, no blogue dela, não metia link.

Vai uma aposta?

Falar é fácil. Quanto dinheiro é que a betandwin estará disposta a meter em cima da mesa para suportar esta afirmação?

deixou de lhe escrever mensagens de amor quando, por engano, despertas o que de melhor há em mim passou a desapertas o que de melhor há em mim.

orgia*

Juntar a Inês, o Vasco e o Pedro num post pode ser considerado um festim licencioso*? Não interessa muito. Seja uma saudável depravação.

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