Zé (6/6)
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Parou o carro. Sabia o que havia de fazer. Abriu a porta e dirigiu-se ao porta bagagem. Queria pôr o triângulo, queria justificar o facto de ter o carro parado. Apercebeu-se de que era inútil e que os carros atrás dele estavam demasiado perto. Seria impensável colocar o triângulo mais atrás e impensável estar a perder tempo com isso. Nem sequer tinha ligado os 4 piscas.
Contornou o carro pela parte de fora e galgou a grade. O ferro não era muito alto e não requeria que a sua forma física fosse muito boa, por isso não teve dificuldade em passar primeiro a perna direita e depois a perna esquerda por cima do ferro. Sempre virado de frente .
Estava com azia.
