um outro mundo
Tags: Martim Moniz
Assim de repente, estou em crer que é assim como vos escrevo.
Posts sobre o passado, mesmo que ontem, são muito mais raros do que os posts sobre o agora e sobre o amanhã. Por isso, o passado daqui é sempre forçado a não ser que ainda seja presente. O futuro, que não é passado, pode nunca vir a ser. Só o presente.
Amanhã vou ao submundo da especiaria. Há uma fronteira ténue entre a índia, China e, dizem-me, Rússia, no Martim Moniz. Uma estranha ubiquidade que não se encontra em toda a parte, mas onde toda a parte se encontra.
É Natal. Compreendam.