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I wish I was a fisherman
tumblin’ on the seas
far away from dry land
and it’s bitter memories
castin’ out my sweet line
with abandonment and love
no ceiling bearin’ down on me
save the starry sky above
with light in my head
with you in my arms…

Sobre a velhice* que nos últimos dias tem dado conversa a propósito de dois livros de Philip Roth, O Animal Moribundo e Todo-O-Mundo.

Sobre gatos* (presentes e solidão) que nos últimos dias também têm dado que pensar.

Sobre este filme com o Nicolas Cage a Jessica Biel.

Sobre tudo isto, escrever que sete vidas facilitam, mas não são a solução. É preciso ter sorte.

Há sempre uma altura em que é tarde de mais.

*

(…)
Enquanto o mar inaugura
Um verde novinho e folha
Argumentar com doçura
Com uma cachaça de rolha
E com o olhar esquecido
No encontro do céu e mar
Bem devagar ir sentindo
A terra toda rodar
É bom!!!

(…)

when I was seventeen I read a quote that went something like “if you live each day as if it was your last, someday you’ll most certainly be right”

it made an impression on me and since then for the paste 31 years I’ve looked in the mirror every morning and asked myself

if today were the day of my life would I want to do what I’m about to do today

and whenever the answer as been “no” for two many days in a row I know I need to change something

está aqui, vi aqui

I got a woman,
Mean as she can be
Sometimes I think
She’s almost mean as me

Os próximos dias irão decorrer em modo Twitter com a ajuda do Blackberry, do Twittermail e do Twitter Tools 1.0. Se assim for, poderei escrever de qualquer lado e tornar o blogue num tipo de relato de futebol pela net, mas onde os jogadores têm várias centenas de quilos e cornos afiados e a bola somos nós. Com calma, o pior que me pode acontecer é escrever posts enquanto bebo kalimotxo (ver também aqui e aqui) e na segunda-feira perceber que o blogue já deu tudo o que tinha a dar. Até lá…

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