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Expressões que por vezes atropelam as congéneres portuguesas. Falo de mim, está claro. Hoje foi esta, enquanto pensava que talvez fizesse sentido tomar uma posição sobre o assunto – adopt a firm position about an issue – como se fosse possível, como se não fosse possível, como se a escolha estivesse ao nosso alcance independentemente da possibilidade.

Falar da vida que acaba, de relações, falar de acabar bem, como se não fosse possível. Se não me falha a memória* o filme “The Break-Up” é um mau filme que acaba bem. Cada um vai para seu lado. A vida tem finais felizes. Felicidade que não é forçada.
“As Velas Ardem Até ao Fim” termina como tem de terminar. A vida é assim.

* das expressões de que gosto

Há coisa de um* mês, já não me recordo que a propósito, disse-me que todos os dias encontra pessoas melhores do que eu. Pensei que faz sentido, somos amigos, fomos namorados, mas sem saber onde o encontrar, se em mim, se nela, se na realidade daquele presente. Sándor Márai escreveu que “um acto ainda não é equivalente à verdade”. Também faz sentido. Só é preciso descobrir como.

* das expressões de que gosto