scoville scale you http://tinyurl.com/y3acf7

Star anise (procura-se tradução)
Galette de Couve, como manda o livro e como está aqui bem explicado, Tartiflette, receita tradicional, com Reblochon, vinhos também franceses, mas nenhum branco de Savoie , e Apfelstrudel com gelado bem português. Faltou a tarte aux myrtille. Só isso.
(28.01.2008 14:21)
Notas culinárias de Janeiro.
whitefish dip
Tags: culinária
No domingo tivemos um american bbq, com americans, bbq sauce americano, vinho estrangeiro (português e francês), cheese cake, apple crocante com cinnamon e um whitefish dip que abriu as hostilidades e foi a estrela da noite.
Smoked Whitefish Dip
I downloaded 6 or 7 recipes from the internet and then put together my own from them. Here’s what you had the other night:
1 package (about 2 cups) of smoked cod (from Corte Ingles supermarket) or other smoked whitefish
1 package (200gr?) of Philadelphia cream cheese at room temperature
1/4 cup of sour cream
2 Tablespoons butter at room temperature
2 Tablespoons lemon juice
1-2 Tablespoons grated onion
2-4 Tablespoons of prepared horseradish (got this at the GB store in Sao Joao do Estoril)
2-3 Tablespoons of mayonnaise (optional)
Flake the fish. With a fork, mash together the fish, cream cheese and butter. Then add the other ingredients and beat together until well mixed. (add the horseradish slowly till you get the taste you want.) Cover and allow to chill a couple hours so the flavors can blend. Serve at room temperature with bread, crostini, tortilla chips or crackers.
There are other ingredients that could be included and I want to try sometime. They include parsley, garlic, Worcestershire sauce, piri-piri flakes and chopped celery. Another party, another day.
Enjoy

A receita quase que poderia resultar nesta imagem, não fosse um cold crab dip
cursos
Tags: culinária, escrita criativa, vinho
É muito fácil querermos fazer o curso de paraquedismo depois do curso de vinhos. O problema surge sempre na manhã seguinte. É nessa altura que se descobrem os heróis. É muito mais fácil imaginamo-nos a saltar de um avião enquanto bebemos um copo de tinto do que com uma ressaca em cima.
Depois há aqueles que até querem fazer o curso de paraquedismo, mas, com tantos cursos que há por aí, é sempre difícil escolher e o paraquedismo acaba por ficar para depois. Agora é o de escrita criativa, depois o de socorrismo, mais tarde, estou certo, deve haver algum de culinária e, não se recordam?!, ando há tanto tempo para aprender crochet… É tudo uma questão de prioridades, mas não só.
Quero realizar dois cursos este ano: socorrismo e paraquedismo. A ordem é irrelevante. Nada do que aprenda no curso de socorrismo, por muito útil que seja, será utilizado, se algo correr mal, no de paraquedismo. O inverso também é verdade, mas, por exclusão de partes, o de socorrismo tem prioridade. A parte que excluo é o curso de paraquedismo.
Termino aqui.
Uma mensagem de agradecimento à forma como fomos recebidos pelo Nuno na sua mansão madrilena. Nem o facto de termos servido de cobaias nas suas experiências culinárias beliscou a experiência. Para o ano há mais… de bicicleta.
na cozinha .1
Tags: culinária
– Foste tu que fizeste isto?
– Yep!
– Impossível!! Mentira! Foste tu que fizeste isto?!
– Fui.
– olha que à segunda já não vale mentir*…
Depois deste elogio ao polvo à inesperado, que cozinhei ontem ao jantar, decidi que está na hora de começar a escrever sobre culinária. Começo esta primeira crónica, agora que ela se aproxima vertiginosamente do fim, pelo aspecto mais importante num jantar: o que beber.
Normalmente o grande dilema nos jantares que organizo não é tanto a qualidade, mas sim a quantidade do que se bebe. Mas nem por isso a bebida deixa de ser um aspecto muito relevante. Quanto mais álcool circular no sangue dos convivas mais facilmente a comida escorrega e mais saborosa é. É. Há alturas, contudo, em que deveremos privilegiar a qualidade. Hoje, por exemplo, na falta de melhor companhia, trouxe comigo um Duas Quintas para poder trocar dois copos de conversa. Não se está a portar mal. Só não está a durar muito…
*Para quem não sabe, a primeira pergunta nunca conta. Para ter a certeza é sempre preciso perguntar duas vezes. Não é pela mentira, mas, na vida, há sempre espaço para a brincadeira, por muito parva que seja. À segunda pergunta já não vale mentir nem brincar. Isto vale sempre e quem não cumpre há-de ter sete anos sem que ninguém relevante visite o seu blogue. Ainda tenho seis anos pela frente. (não sei se repararam, mas eu disse seis, na última frase, e não sete)
