(…)
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda
Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver
e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
para receber daquilo que aumenta o coração
Que este blogue mexe tão pouco que quando mexe, mesmo que no vazio, merece um pouco mais de nada.
ah malvado! (e querias bater-me?…)
ah malvado! (e querias bater-me?…)
Malvado?! (a comentar(es) desta forma parece que este não é um post sério… cuidado!)
:)
Música bonita…
o post é sério. E mais sério seria se estivesse no “clipping”, não? :)
não
humpft!…..