Sei que um filme só pode ser muito mau quando penso que até eu conseguiria fazer melhor. Há outra certeza que me consola: nunca conseguirei fazer melhor que a Soraia chaves.
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Eastern Promises: tem a Naomi Watts como enfermeira. Só isto dói o suficiente.
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Paranoid Park: estranha-se. É um filme que não dói, mas que deveria ter doído. Estranho.
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Charlie Wilson’s War: ficará no Top 10 dos meus filmes de 2007. Só vi 9. É um filme que não dói a ninguém, que não faz ferida e que vi em 2008.
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Bee Movie: não se aguenta contra os grandes da animação. O rato, por exemplo, ganha-lhe aos pontos.
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Open Source Blogger
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Scarlett Johansson num comício de Barack Obama.
(ainda o nome)
Vou passar a ir mais ao cinema e provavelmente vou também passar a escrever mais sobre cinema. Corrijo. Vou passar a ir mais ao cinema e provavelmente vou passar a escrever mais. Não quero escrever sobre cinema. Quero escrever sobre sensações e experiências, isso sim. A esse propósito, National Treasure: Book of Secrets não foi uma experiência muito boa. Este não é o filme ideal para quando não se tem nada para fazer, é o filme ideal para quando não se consegue fazer nada. Em dias em que o pequeno almoço é servido às três da tarde, mexer a cabeça é doloroso e pensar é uma ilusão, aqui está um filme que pode ser a alternativa ao TOP+ ou a uma qualquer outro filme da TVI. Numa palavra: ressaca. Podem dar-lhe outro nome, mas ambos sabemos que há alturas em que estamos em stand-by, não apetece pensar, não conseguimos, e precisamos de nos rodear de facilidades. Comida pré cozinhada no congelador. Coca-cola. Sofá. National Treasure: Book of Secrets
Tem a Diane Kruger, é verdade, mas nem assim, e assim é muito, vale mais.

A Tasca do Gordo
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A Tasca do Gordo tem a melhor dobrada do mundo e uma das melhores de Algés. Isso impressiona mais porque nem sequer fica em Algés. Fica numa rua estreita e cheia de buracos, certamente terra de ninguém, na fronteira entre o Concelho de Lisboa e o Concelho de Oeiras, mas um pouco a descair para Lisboa.

A única sala (há outra, que não é bem outra, mas serve de cozinha) está sempre cheia. É pequena, acolhedora e não lhe faltam galhardetes do Benfica.

Cerca de 99% dos clientes são homens e bebem o vinho da casa. No Gordo é mesmo assim: come-se bem, mas o vinho da casa é sempre melhor noutra altura. Há vinhos que pedem sabores fortes, outros que pedem peixe, outros carne, outros queijo. Hoje ao almoço o vinho pediu 7-Up. Há vinhos para tudo, há vinhos para todos.
almoço entre amigos
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Dizem que se sente a falta de conectores(*) na minha escrita.
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