Não te tento perceber
Quando pousas no parapeito.
Virás tu para me ver?
Ou vais saltanto a eito?
Nem sempre pousas sozinho
Quando vens ao parapeito.
Perguntas-me, eu adivinho,
se o amor é perfeito.
Não te tento perceber
Quando pousas no parapeito.
Virás tu para me ver?
Ou vais saltanto a eito?
Nem sempre pousas sozinho
Quando vens ao parapeito.
Perguntas-me, eu adivinho,
se o amor é perfeito.
O livro de Bill Bryson é óptimo para um ignorante, embora curioso por assuntos da ciência.
Nos últimos tempos só as conversas do astrónomo Máximo Ferreira na Antena 1 me entusiasmavam. Depois de ter lido Hubert Reeves e o eterno Carl Sagan esta é, sem dúvida, “uma viagem pela ciência, divertida, prática e muito bem documentada”.
Comecei hoje.

Como são tristes as estrelas
que nos separam no deserto.
Como são tristes, mas belas
Quando as vejo mais de perto.
Preciso de tempo para dormir!
Compro-o a quem conseguir
esperar pelo tempo que há-de vir.