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– ela tá interessada em comer-te? conhecer-te melhor? o q?
– neste momento acho que esta interessada em conhecer-me e comer-me. ou comer-me e depois conhecer. (…) ela dispara primeiro e faz perguntas depois

– a minha avariou… :(
– Já sei.

(…)

– a estadia na ilha de mz foi muito gira. foi tudo bom… mesmo o assalto a mao armada eheheh
– Tb já sei!

– a única gaja decente que conheço é a …
– a sério? deixa-me pensar…

(…)

– a … também é
– ok. a … e a …

(…)

– e a … também é.

(…)

– três gajas decentes?
– Achas muito?

– Não é por aí.
– Entao?
– Vamos por aqui! (…) Nós vamos sempre por baixo para quebrar a rotina.

Música:
Grupo:mafikizolo
Album: sibongile
Música: Marabi

O mesmo filme, mais pesado, mas melhor qualidade, está aqui. Porque o leopardo merece…

(…)

saída tresloucada de Nelson…

O melhor é ir ver o resto do jogo ao café do Sr. Júlio. Preciso de uma dose de cafeína.

O André não é nenhum feiticeiro, mas a sua caixa de costura é mágica.

Estava 100nada para fazer e acabei por parar nas palavras da Susana. Nunca é tarde demais.

kruger


O kruger é isto: animais fora de portas. Durante os dois dias em que conduzimos pelas estradas do parque vimos os seguintes animais: galinhas, impalas, macacos, bucks, abutres, zebras, girafas, worthogs, elefantes, rinocerontes, hipopótamos, búfalos, avestruzes e um magnífico leopardo. Quanto a leões, ficámo-nos pela intenção.

No final do primeiro dia dormimos aqui…

e jantámos aqui.

Restaurante português, música de cabo verde, comida moçambicana.

Quando, no segundo dia, o carro parou junto a um grande grupo de animais não ficámos muito satisfeitos. Sem gasolina, pensámos. Temos tempo, arriscámos. Afinal, o avião seria só as 21h30.

A sorte, ou azar, ditou que fosse eu, de boleia, buscar cinco litros de combustível. Voltei, passados 45 minutos, no jipe de um Ranger do parque para verificar que, qualquer que fosse o problema do carro, não era falta de gasolina. Tudo isto depois de, com o Ranger, ficar uns minutos e empurrar o carro para ver se pegava. O facto de leões caçarem ali na zona não parecia incomodá-lo. Eu pensei: ele é ranger. ele sabe o que faz. leões? dois dias e não vimos nenhum… qual a probabilidade de um deles surgir de mansinho e querer trocar dois dedos de conversa?... O carro não foi muito longe connosco a empurrar.

O avião, para todos os efeitos, continuava a ser as 21h30.

Com o jipe, puxámos o carro até Crocodile Bridge, uma das portas de entrada no parque, e, que nem marujos, prendemos as amarras e, de um salto, ficámos a respirar novo ar. Terra firme. Fora do carro, fechámos as portas com estrondo para reparar que a chave tinha ficado na ignição. Cá fora, nós e um telemóvel no bolso. Terra firme? De repente tudo à volta se transformou num imenso pântano de areia movediça. Quando mais nos mexíamos mais nos enterrávamos.

O ranger, herói da estirpe de Cordell Walker, apercebendo-se do amadorismo com que lidavamos com a situação, não hesitou e lançou-se de cabeça na busca de ferramentas que o ajudassem a abrir a porta. Dez minutos volvidos e rodeavam o carro meia dúzia dos mais conceituados arrombadores de portas do Kruger Park. Um autêntico festim. 45 minutos depois estávamos na posse das nossas malas, passaportes, maquinas fotográficas e dinheiro para os copos.

O avião, esse, continuava as 21h30. Nós continuávamos sem carro e a nossa boleia estaria a caminho de Maputo para nos levar ao aeroporto. Confirmámos a hora do voo. 20h30. As boas notícias não paravam de chegar.


Cada vez mais enterrados no pântano em que tínhamos entrado, fomos para a esplanada gastar rands e observar pássaros. Duas horas de pura adrenalina. O resto da história não tem grande interesse. Foram várias latas de cerveja e duas garrafas de Amarula. Conseguimos passar a fronteira. Chegámos ao aeroporto e apanhámos o avião. No caminho, pedimos ao Fred a Ana Rita que nos levassem as malas e ao Carlos que lá fosse deixar o portátil. No avião, sentámo-nos por trás do Eduardo e do Gonçalo e viemos a viagem toda a conversar.

Para quem tinha acordado a pensar em dar uns mergulhos na piscina do Polana durante a tarde, o dia tinha-se revelado ligeiramente diferente.

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Se, um dia destes, voltares à rádio gostava de te acompanhar e aprender algumas coisas.
É um ‘se’ e ‘um dia’… não tem qualquer tipo de urgência. Mas ficas avisado. :)

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Será com o maior prazer.
Parece que me querem agora a conduzir debates sobre as autárquicas.
Estou a ver se me escapo, mas…não sei.

Ali para os lados de Cabanas, em Palmela, o Gonçalo tinha uma quinta. Numa dessas vezes fomos às vindimas. A quinta era do Braga e o trabalho não foi pesado. Comemos. Bebemos. Pouco, porque a idade não nos permitia grandes voos. Pisou-se uva. Pouca, porque, mesmo assim, já não tinhamos os pés bem assentes no chão.

Vindimas, este ano, só se fosse para trabalhar. Fica para o próximo.

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