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não tenho pressa para o que há-de vir

que mais?

amigos, churrasco, Venus, pôr do Sol, Amarula

directa

Dorme-se depois. Agora pequeno almoço. A seguir piscina. Tu ficas para mais tarde. Espero.

Campanha

– É o Tiago. Um amigo de Lisboa. Independente.

estou…

… fora de jogo

Entre amigos podemos fazer tudo. Até campanha nas autárquicas. Às 6h00. No Mercado

Não se procuram explicações num copo de aguardente.

alegrete

é aqui que o céu é mais bonito

Gosto da Joana, gosto do Carlos, gosto do Rodrigo e gosto do Fernando.

Do Fernando gosto para lá das memórias do tempo.
Eu te rogo me defendas de cair na fornicação e me livre tua mansidão do ódio e da malquerença, desça sobre mim teu Santo Espírito e alumie a minha escrita.

Do Rodrigo gosto para lá da primeira palavra.
Eu viria talvez povoado
hipotéticos fantasmas quem sabe

Gosto da Joana, acho que já tinha dito. Ela gosta do Rodrigo. E gosto do Carlos. Um dia… e se… entrevisto-o. O Carlos gosta do Rodrigo.

Leio-os, oiço-os, e assumo que são o que escrevem, que são o que dizem. Não tenho outra forma de ler nem de ouvir. Por isso, corro tanto o risco de gostar deles como corro de não gostar. Mas gosto de correr e arrisco-me a não gostar.

Hoje, enquanto esperava, não consegui ficar quieto naquela casa que não é minha e agarrei todos livros que forravam as paredes. Com todos eles me revolvi. Acho que também já disse que gosto do Fernando.

Trouxe-os comigo. O Rodrigo e o Fernando. São outras leituras.

(acerca do livro do Rodrigo oiçam também estes sinais.)

Entre dois amigos

– Já comeste alguma mulher casada?
– Tecnicamente, não.

(…)

– Ela só comeu 4 gajos na vida
– A sério?!
– E dois deles estão nesta mesa.

Porque nem só de dramas vivem os livros a ti coloquei-te na mesa de cabeceira. Estás por baixo de todos os restantes volumes da minha vida. Cansei-me de te ler. As tuas palavras esgotaram a minha capacidade de me entender. À noite, de olhos meio abertos, meio fechados, canso-me de ter de reler parágrafos inteiros que já não entendo à primeira. À segunda, já não quero entender. Deixei de te ler. Prefiro reler Somerset Maugham. Como ele diz, tenho pouca história para contar e não termino nem com uma morte nem com um casamento.

Precisas de conversar, mas não tens a certeza se o teu amigo vai colocar excertos no blogue?

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