Jardim dos Namorados
Tags: citação, Livros, MaY Sarton
No meio dos vários livros, todos com um intenso cheiro a mofo, que existem no quarto que estou a ocupar, encontrei “A Casa da Rússia”, de John le Carré, que comecei a ler. Na verdade, parei na primeira página.
Temos de pensar como heróis para nos comportarmos como seres minimamente decentes. (May Sarton)
O Jardim dos Namorados ajuda a arejar, não só o livro. Quem será que começou com a mania da citação no início dos livros? Herói? A grande humanidade do herói está no anti-herói, mas, esquecem-se. May Sarton, aqui não há heróis, só super-guerreiros. O herói ganha as batalhas, mas o super-guerreiro é que comanda. Fazem o mesmo caminho, mas em cavalos diferentes, e a batalha, qualquer que ela seja, faz-se com cavalos. Resta saber quem, montado no seu cavalo alado branco, chega ao castelo, escapa do dragão, salva a princesa. Herói ou Super-Guerreiro?
Qualquer que seja o livro da minha vida, a citação será a de Ávaro de Campos.
vou atirar uma bomba ao destino
Faz sentido, Carolina?


(1) Escreveste bonito. Obrigada.
(2) Nem um, nem outro.
(3) “Transforma-te naquilo que és!” Nietzsche
Não, não faz sentido! As perguntas da Carol não iam neste sentido. Sim, que eu estava distraida, mas bem ouvi a vossa conversa! ;)
Continuas um poeta (pseudo) e facilmente distorces a realidade…
Não fosse a falta de crédito ao fim de uma extenuante :) hora e meia e tinhamos chegado a qualquer lado!
Ana, não se tratou de responder a qualquer pergunta. Quanto ao resto… :)
Carolina, arrojada a citação que trouxeste. (e insinuação atrevida…)