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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

Seth Godin escreveu, há uns dias, um post com 50 ideias para gerar tráfego nos blogues

1. Use lists.
5. Be timeless… write posts that will be readable in a year.
9. Write short, pithy posts.
11. Don’t write about your cat, your boyfriend or your kids.
13. Write about your kids.
22. Be anonymous.

Nada como associar os nossos blogues favoritos às ideias de Godin.

Ler também, ainda fresquinho, as Linhas editoriais avulsas para novos bloggers da Laurindinha.

Instalei um novo plugin do WordPress. Time Capsule. Na barra lateral aparecem, a partir de hoje, os títulos e os links dos posts de há um ano.

(via Ponto Média, blogue de consulta obrigatória, todos os dias.)

doce

Um beijo teu.

Esse sorriso aberto, sincero, saudoso de outros tempos que nos permitimos reviver, agora cúmplices nesse pecado, sempre cúmplices, sempre pecado, agora também.

Hoje teremos o primeiro evento.alidades.

A noite de ontem foi passada a percorrer os bairros de Lisboa, com o Rui, para avaliar as condições existentes para as festas populares. Mais importante do que juntar 20 ou 30 pessoas é garantir que o espaço oferece condições para a prática do evento. O resto é fácil e a noite de hoje promete. Teremos amigas da Suiça que o Nuno, enquanto não chega de Madrid, fez questão de reenviar para o evento.alidades #1. Teremos, de Portugal, vários amigos, vários grupos de amigos, conhecidos e desconhecidos, amigos e amigas, que se juntarão na Bica. A única regra é que todos têm de conhecer todos! A sardinha, no pão, é opcional.

Quem quiser aparecer será recebido com muito amor e carinho. O Rui é este. Eu sou este. O bonito, o Nuno, é este, mas não está cá.

Bairro da Bica Rua do Electrico

Do you?

Entramos em Alfama pela porta grande. Ali, para nós, o mais pequeno detalhe torna-se importante face à ignorância que temos do bairro. De Alfama só conheço o Dragão e, mesmo esse, é de ouvir falar. Entramos. Alguns turistas, poucos, no início da rua. Também nos sentimos turistas. Os bairros de Lisboa encerram um mundo novo, castiço, muitas vezes como se o tempo não entrasse. Sentado, no degrau de um dos prédios que aperta as ruas do bairro, por vezes demasiado tristes e sombrias, está um homem, com um farto bigode, aparentando uns bons 75 anos. A seu lado, sentada no mesmo degrau, aparentando 45 anos, uma turista, estrangeira, loira, com uma irrepreensível pronúncia britânica.
Do you have a wife?, pergunta-lhe. Do you?, insiste. Do you have a wife?

Desolado, o nosso bigode, só consegue murmurar um trémulo “mas eu não percebo…

Do you have a wife?

por aí…

Por isso, para que não me confundam nem agora nem nunca, declaro a minha revolta, o meu desespero, a minha liberdade, declaro tudo isto de faca nos dentes e de chicote em punho e que ninguém se aproxime para aquém dos mil passos

EXCEPTO TU MEU AMOR EXCEPTO TU
MEU AMOR

A Sissi não deve ter mesmo nada para fazer. Felizmente para nós, porque tem outro blogue.

este é só sobre a vida aqui
se calhar menos estridente que o outro…
mas n prometo…

mulheres

O Rui pergunta-me se, agora, só escrevo sobre mulheres. Poderia ter perguntado se, agora, só escrevo para mulheres, mas não. A resposta, de qualquer forma, seria igual. Não. A verdade é que nunca escrevi senão para, e sobre, uma única mulher. No singular.

Por falar nisso, tenho um amigo meu, há sempre um amigo, que procura mulher, incapaz de amar, para relacionamento sério e estável. Mais estável que sério, digo eu, conhecendo, como conheço, o meu amigo. Mas, ainda assim, sério.

Festas de Lisboa Arraiais PopularesE, para deixar de falar de mulheres, fica o aviso de que, a partir de amanhã o blogue passa a estar sob o alto patrocínio do Santo António. O santo casamenteiro, pois é, mas também um dos responsáveis pela época festiva que terá início hoje. Outro responsável, sempre em estreita colaboração, é a EGEAC. Todos aos bairros de Lisboa. Amanhã vamos, somos muitos, para a Bica.

Por tás de uma História aparente há um enredo de acasos e acidentes, de verdades e sonhos em que cada música leva a muitas outras músicas.

A nossa música faz-se de todas as músicas.

ler também

Ponta de Cigarro
[foto daqui]

Há uns anos, deixei de fumar. Foi um passo consciente e que tomei por livre iniciativa sem qualquer tipo de pressão exterior. A pressão sempre foi em sentido contrário.

Não passei a fazer parte do rol de antigos fumadores que se tornam, apartir do momento em que largam o cigarro, “anti-tabagistas desde que nasceram”. Não me tornei moralista em relação ao tabaco. Tenho uma grande dificuldade em aturar esse tipo de comportamento. Deixei de fumar. Não deixei de gostar do cheiro. Não deixei de ir a espaços onde o fumo impera. Mudei muito pouco. Deixei o vício.

Em Moçambique regredi. Fumei uns cigarros. Nada de grave. Foram menos os cigarros do que os dias que lá passei. Pior foi hoje. Peguei na carteira, comprei um maço de ventil, e fui beber um café. Fi-lo escondido dos amigos com quem passo o dia. Fi-lo, escondido de todos, receoso dos olhares reprovadores de quem pudesse passar. Fi-lo, ironia, hoje que é dia mundial do não fumador.

Hoje, porque nada permanece, mas a vida repete-se, voltei a deixar de fumar.

Há vícios, por muito prazer que dêem, nos quais não devemos insistir…

mas já não estou a falar de tabaco.

O que mais arruina relações é a existência do direito de exclusividade…. por vezes, apesar disso, esse direito parece ser o único fio que as sustém. Quando assim é, há muito que a relação está arruinada.

(isto porque, como me disseram, há aí muita rapariga bonita e interessante com direito de usufruto em exclusividade e algumas ainda trazem garantia de exclusividade!… importante, digo eu, mas é preciso sempre mais)

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