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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

breve

No velório, ninguém conhecia a história do homem que, um dia, quis morrer.

vcb
Juan Antonio: American?
Cristina: I’m Cristina and this is my friend, Vicky.
Juan Antonio: What color are your eyes?
Cristina: Uh…they’re blue.
Juan Antonio: I would like to invite you both to come with me to Oviedo.
Vicky: To come where?
Juan Antonio: To Oviedo. For the weekend. We leave in one hour.
Cristina: What, where is Oviedo?
Juan Antonio: A very short flight.
Vicky: By plane?
Juan Antonio: Mm-hm.
Cristina: What’s in Oviedo?
Juan Antonio: I go to see a sculpture that is very inspiring to me. A very beautiful sculpture. You’ll love it.
Cristina: Oh.
Vicky: Oh, right, y-y-y-you’re asking us to fly to Oviedo and back?
Juan Antonio: Mm…no, we’ll spend the weekend. I mean, I’ll show you around the city and…we’ll eat well, we’ll drink good wine, we’ll make love.
Vicky: Yeah…who-who exactly is going to, eh, make love?
Juan Antonio: Hopefully, the three of us.
Cristina sighs.
Vicky: Oh, my God.
Juan Antonio: I’ll get your bill.
Vicky: Jesus, this guy, he doesn’t beat around the bush. Look, senor, maybe in a different life.
Juan Antonio: Mm-hm? Why not? Life is short. Life is dull. Life is full of pain. And this is a chance for something special.
Vicky: Right, well, who-who exactly are you?
Juan Antonio: I am Juan Antonio. And you are… (to Vicky) …Vicky… (to Cristina) …and you are Cristina. Right? Or is it the other way around?
Cristina: Yeah, that’s right.
Vicky: Yeah, I mean, eh, you know, it could be the other way around because, frankly, it doesn’t matter because either of us will do to keep the bed warm. You know, I, I get it.
Juan Antonio: Well, you are both so lovely and beautiful.
Vicky: Yeah, thank you, but we do not fly off to make love with whoever invites us to charming little Spanish towns.
Juan Antonio: (to Cristina) Does she always analyze every inspiration until each grain of charm is…uh…como se dice, eh, squeezed out of it.
Cristina: I guess I have to say that, um…My eyes are green, actually.

twitter

as actualizações do twitter já deixaram de surgir por aqui. quem quiser pode acompanhar em http://twitter.com/tiagopinhal

ontem foi um grande dia. foi um grande dia para o twitter e foi um maior dia para o meu twitter. ah pois foi. 20 de Janeiro ficará para a história como o dia em que a cenourinha me respondeu a um tweet e em que o Carlos Vaz Marques fez retweet de outro. Ah! eu sei que só isto deveria chegar, mas não chega. para além de ter sabido, antes mesmo do Ted Kennedy, que o próprio Ted Kennedy tinha collapsed foi-me dada a oportunidade de intercalar as sublimes palavras de Obama

On this day, we gather because we have chosen hope over fear, unity of purpose over conflict and discord.

com outras magnificências tais

Corpodormente @havidaemmarkl raspava os dois testículos com uma ralador de queijo e punha-os numa terrina com alcóol só para te ver treinar

ontem a história mudou de curso e por momentos andou em contra mão

Coffee May Cause Hallucinations

hoje

Começa hoje o Ano Internacional da Astronomia. Um ano a seguir com atenção também por ser o ano, embora não internacional, de Heidegger. A ele voltaremos, este ano. A Polaroid morre e, assim, este deixa de ser o seu ano. Heidegger já o sabia.

O cardeal achou por bem alinhavar alguns pontos sobre o casamento para que as jovens portuguesas não perdessem o norte.

O vídeo é bem mais interessante e elucidativo do que o muito que já se escreveu sobre o assunto.

Equador

Não falhei um episódio de Equador, mas não por considerar que ‘Equador’ é um momento de grande qualidade visual e de produção.  Vi o segundo episódio, só mesmo para saber se seria tão mau quanto o primeiro. Não foi. O terceiro episódio não foi tão mau quanto o segundo e a continuar assim talvez tenhamos um bom último episódio. Vamos ver.

O desespero de uma mãe que luta, quase sozinha, por encontrar o seu filho desaparecido é “A troca”, um grande filme nada de especial. Gosto mais de ver a Angelina Jolie no papel de Lara Croft apesar de nunca ter visto nenhum filme da Lara Croft. 7.5/10

(Infelizmente, não sei escrever mais, nem melhor, sem contar o fim do filme. Ficamos assim neste e, provavelmente, em todos os outros filmes sobre os quais escreva o que quer que seja.)

(em 2009, para cada filme haverá um post)

Domingo!, a única justificação que encontro para, ainda assim, ter conseguido visualizar metade do filme. A outra metade ouvi-a, explosões, tiros, enquanto tratava do jantar. Não tenho nada contra explosões, atenção, mas ao domingo trata-se do jantar. Nem contra tiros. Aí está mais uma daquelas expressões. Tratar do jantar. Quando ao filme, enfim, 4/10, pois já vi explosões piores.

7/10. Para saber mais o melhor é ler o que o Markl escreveu.

“O Dia em que a Terra Parou” é um filme digno de 10/10 se visto num dia em que cérebro parou – naquele domingo depois daquele sábado. Fora dessa realidade, “O Dia em que a Terra Parou” volta-nos a trazer Keanu Reeves no papel de Buda-Salvador-da-Pátria. Assenta-lhe bem, mas, depois de Neo, este Klaatu só tem a perder. 6/10

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