Comecei a fazer as malas e a tratar do importante e que, neste momento, já se tornou urgente. 2ª, 3ª e 4ª época do 24 e a PS2 com o PES5 e mais uns quantos jogos. Não vou à consulta do viajante e ainda não sei onde vou arranjar tempo para uma vacina que dizem importante. Prioridades…
Pelo sim, pelo não, já fui buscar o bilhete da TAP.
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Se tinha de ser, foi assim. Desde quinta-feira em almoço e jantares maningue nices. Deixei de gostar de dizer “até já”. Qualquer despedida tem de ser para sempre, sempre na certeza que amanhã é outro dia. Sim, continua, sei que não é possível recomeçar do zero, mas um novo dia é uma oportunidade e as oportunidades só são aproveitadas por quem diz “adeus” e não “até já”.
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Pela terceira vez consecutiva não vou conseguir participar num dos grande eventos do ano. Até para o ano, mais uma vez. Quando todos estiverem a chegar a Ponte de Lima estarei de partida para Moçambique. Sexta-feira. Será este o meu grande evento este ano.
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[A imagem não se relaciona com o subject, bem sei. É o possível]
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A meu favor
Tenho o verde secreto dos teus olhos
Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor
O tapete que vai partir para o infinito
Esta noite ou uma noite qualquer
A meu favor
As paredes que insultam devagar
Certo refúgio acima do murmúrio
Que da vida corrente teime em vir
O barco escondido pela folhagem
O jardim onde a aventura recomeça.
A meu favor tenho uma rua em transe
Um alto incêndio em nome de nós todos
Alexandre O’Neill
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Um dos problemas das relações com futuro é o risco de nunca chegarem a ter um presente.
(em colaboração com o FM)
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A 8 dias, vou aproveitando alguns momentos para pesquisar Moçambique na internet, nos blogues.
O Africanices tem fotos interessantes. Em relação ao Africanices, o menos surpreendente é já ter passado pelos mesmo locais – Maputo, Inhaca, Bilene, Swazilandia ou Kruger Park. O mais surpreendente foi ter descoberto que estivemos juntos no Bilene e que até o trintão, companheiro de viagem desde Portugal, e a Maja, da minha família polaca, aparecem no blogue.
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Caros leitores-que-aqui-chegam-sabem-bem-vindos-de-onde, esta é uma das minhas histórias de amor. As outras andam por aí. Por isso, na falta de melhor previsão, vivo na certeza de que são 99 as histórias de amor que podemos viver na vida…
ou 100…
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Ain’t talkin’, just walkin’
I’ll burn that bridge before you can cross
Heart burnin’, still yearnin’
There’ll be no mercy for you once you’ve lost
Bob Dylan – Modern Times
Depois de ouvir o último album de Bob Dylan percebo que o que está velho nele sou eu.
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Perturbador que assim seja. Resta-me pouco mais que a dúvida perene e agarro-me ao que sou. O alívio não resulta de não sermos culpados. Somos sempre culpados de alguma coisa, menos de termos nascido. Não me alivia. Não posso fazer nada e é essa a minha culpa. Há sempre algo que podemos fazer.
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Uma aposta que esteve guardada durante alguns meses, mas que hoje chega ao fim. Treze quilos depois, os gordos, vão entregar-se aos prazeres da mesa. Como se não houvesse amanhã.
Amanhã, que há, começam os almoços e jantares de ‘até já’ para dia 15 regressar à alimentação dietética: marisco. Há que aproveitar enquanto não sei o que é o colestrol e já me lembro do que é ter menos de 80 quilos.
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Only 5 months later, and with over 900 members already joined, 13 first footers from the US, the UK and New Zealand today landed on Vorovoro Island and took part in a historic ceremony as two tribes were united in paradise.
Tribewanted
Nuno estamos nós a planear to bike through at least 500 Km of the Camiño de Santiago e Vorovoro ali ao virar da esquina. ahhhhhhhhhhhhhhh… um sonho de cada vez… um sonho de cada vez…
A única forma de seguir em frente, qualquer que seja o caminho, é, como Hernan Cortés, “queimando as caravelas”. Por isso, siga… Queimamos as bicicletas.

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