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What would it be like to stand atop the tallest mountain on Earth?


Anthony Robbins, em 2006. TED Talks.

Ah pois é, há uma nova entrada. Vale a pena, mas não vale a pena ter pressa. A próxima só deve vir daqui a um mês.
Apareço como mero aprendiz. Escrevo menos, mas sempre demais.

o amor é um cão do inferno

Aqui estou

bêbado outra vez às 3 da manhã no fim da minha 2ª garrafa
de vinho, escrevi entre doze a 15 páginas de
poesia
um velho
enlouquecido pelo corpo de jovens raparigas no
fim da vida
fígado parado
rins a caminho
pâncreas estafado
tensão arterial baixa

enquanto que o medo dos anos passados
ri por entre os meus dedos
nenhuma mulher viverá comigo
nenhuma Florence Nightingale para ver
comigo o programa do Johnny Carson

se tiver um ataque cardíaco ficarei aqui durante seis
dias, os meus três gatos esfomeados a rasgarem a carne
dos meus cotovelos, pulsos, cabeça

a rádio a passar música clássica…

prometi a mim mesmo nunca escrever poesia de velho
mas este é engraçado, bem, desculpável, por-
que já deixei há muito de falar de mim e ainda
há muito para dizer
aqui às 3 da manhã tiro esta folha da
máquina de escrever
encho outro copo e
coloco outra
faço amor com esta nova testemunha

talvez tenha sorte
outra vez

primeiro para
mim

depois
para ti.

3 dias de ensinamentos com o Dalai Lama para desaprender muito do que sei hoje

[também aqui]

Há uns anos, ficou decidido que iria correr a maratona e no meu primeiro treino de trinta minutos não corri mais de dez minutos sem parar, não corri mais de quinze minutos no total.

the truth the dead knowA posse de um iPod requer um certo estilo e eu prefiro dizer, a correr, que o comprei por causa disto. É uma verdade fácil acreditar. No meu, acabei de ouvir Anne Sexton a dizer o poema “the truth the dead know”.

Gone, I say and walk from church,
refusing the stiff procession to the grave,
letting the dead ride alone in the hearse.
It is June. I am tired of being brave.

We drive to the Cape. I cultivate
myself where the sun gutters from the sky,
where the sea swings in like an iron gate
and we touch. In another country people die.

My darling, the wind falls in like stones
from the whitehearted water and when we touch
we enter touch entirely. No one’s alone.
Men kill for this, or for as much.

And what of the dead? They lie without shoes
in the stone boats. They are more like stone
than the sea would be if it stopped. They refuse
to be blessed, throat, eye and knucklebone.

Há uns dias, no Astronomy Picture of the Day, uma foto de Miguel Claro.

Foi por vontade de Deus
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda a minha saudade.
Foi por vontade de Deus.

Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.

Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.

Eu não te acompanho mais:
pára, deixa de bater.
Se não sabes onde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.

Paiol de Malhazine (14) Paiol de Malhazine (15) Paiol de Malhazine (17) Paiol de Malhazine (16) Paiol de Malhazine (10) Paiol de Malhazine (11) Paiol de Malhazine (12) Paiol de Malhazine (13)

Life is a lot like jazz. . . it’s best when you improvise. . .

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