angústia
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| substantivo feminino | ||||||||||||||||||||||||
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(Do lat. angust |
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(Do lat. angust |
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A outra é fundamental na vida de qualquer um. Antes de mais sempre que a principal nos falha podemos sempre recorrer a outra. Nem sempre sabemos onde a outra estará ou sequer se ainda existe, mas sabemos que, pelo menos, existiu. Não nos ajuda em nada, mas sabemos. No meu caso pensava que estava ali, mas fui encontra-la acolá. Mas encontrei-a. E agora que a tenho, é com ela que vou ficar. Outrora outra é agora aquela que vai comigo para todo o lado. Até eu precisar de outra.
Quero identificação biométrica!
Preciso de um carro sem chave.
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Quem nunca desejou passar um dia na cama?
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Há uma coisa que eu gosto de fazer: estar sozinho.
Não sou um misantrópico nem tão pouco eremítico, mas a possibilidade de estar comigo mesmo é-me agradável.
Gosto de comprar o jornal e ir almoçar fora. Gosto de sentar-me e contemplar. Gosto de passear onde ninguém me conhece e onde não conheço o que está ao virar da esquina.
Recordo-me sempre do final do poema The Invitation:
I want to know if you can be alone
with yourself
and if you truly like the company you keep
in the empty moments.
E o melhor de tudo é que gosto ainda mais de estar com os meus amigos. Mas antes de gostar de estar com os meus amigos é importante gostar de estar comigo mesmo.
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O Gonçalo Leonard não me deixou escapar. Depois da Chafarica também ele me incluiu nos links. Começa a estar na altura de também eu incluir alguns blogues amigos. A Joana (ainda) não me incluiu nos links, mas fez uma maratona impressionante de comentários.
Um dia próximo…
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Demoro mais cinco minutos.
Aguento cinco minutos.
Faço em cinco minutos.
Tens cinco minutos?
Todos nós temos os nossos cinco minutos. São os cinco minutos mais longos do mundo.
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Há alturas em que abrimos os olhos e não conseguimos ver nada do que nos rodeia. Há alturas em que, mesmo no escuro, sabemos que está lá tudo.
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A Joana diz que ficam as memórias. Não sei se ficam, não sei de que forma ficam, não sei que memórias ficam.
Essa é uma das razões para ter o blogue. Porque nem tudo fica na memória.
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Depois de vários anos a viver sozinho esta noite voltei a casa. Dormi no quarto que já não é meu e vesti a roupa que nunca foi minha. A casa também mudou, mas continua minha. Eu, que fiquei algures no caminho, também já não sou eu embora em cada sono durma como se ontem nunca tivesse existido. Ainda durmo em minha casa. Está tudo diferente. Amanhã regresso-me.