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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

hoje

um grande dia… uma noite com jantarada, amigos, copos, diversão… vai ser óptimo!

Um bom fim de semana.

notícias

De facto, há alturas em que é preferível, mas não hoje. Quem tem amigos ou familiares em Londres sabe que notícias, hoje, é o mais importante. Boas!

Espero que o Sol brilhe forte hoje em Londres. E também, aqui, não há notícias do PS…

A verdade pode doer, mas não magoa.

pois foi :)

Quero Londres.

(…)

Desde há muito que aprendi a relativizar a realidade. (…) O importante é sabermos que, no final do dia, não existem questões de vida ou de morte. Só há uma e, mesmo essa, quando surgir, já não será nossa preocupação.

Por isso, quando alguém nos diz: queria conversar contigo com calma, quando quiseres, não é uma questão de vida ou de morte, é suposto…?!

Há muito que aprendi a relativizar a realidade.

vou atirar uma bomba ao destino

Álvaro de Campos

Ontem perdi a cabeça e utilizei cinco minutos da minha vida para ir desbloquear o rádio do carro que já há uns meses que não ligava. Gosto de conduzir sozinho, comigo, mas também gosto de poder escolher deixar de o fazer.
Hoje passei as minhas viagens de carro a ouvir Cats, Gershwin e Chiara Civello.

But I’m bidin’ my time;
’cause that’s the kinda guy i’m
While other folks grow dizzy
I keep busy
Bidin’ my time.

Gershwin

Quiénes se amaron como nosotros? Busquemos
las antiguas cenizas del corazón quemado
y allí que caigan uno por uno nuestros besos
hasta que resucite la flor deshabitada.

Amemos el amor que consumió su fruto
y descendió a la tierra con rostro y poderío:
tú y yo somos la luz que continúa,
su inquebrantable espiga delicada.

Al amor sepultado por tanto tiempo frío,
por nieve y primavera, por olvido y otoño,
acerquemos la luz de una nueva manzana,

de la frescura abierta por una nueva herida,
como el amor antiguo que camina en silencio
por una eternidad de bocas enterradas.

Quem se amou como nós dois? Busquemos
as antigas cinzas do coração queimado
e que um por um ali caiam nossos beijos
até que ressuscite a flor desabitada.

Amemos o amor que consumiu seu fruto
e à terra baixou com rosto e poderio:
tu e eu somos a luz que continua,
sua inquebrável espiga delicada.

Do amor sepultado por tanto tempo frio,
por neve e Primavera, por olvido e Outono,
abeiremos a luz duma nova maçã,

da frescura entreaberta por uma nova feria,
como o amor antigo que caminha em silêncio
por uma eternidade de bocas enterradas.

Pablo Neruda

emancipar

do Lat. emancipare

v. tr.,
libertar do poder paternal ou da tutela (uma pessoa de menor idade);
tornar senhor de si;
por ext. dar liberdade a;

v. refl.,
tornar-se livre;
libertar-se do poder pátrio;
tornar-se emancipado.

emancipar

do Lat. emancipare

v. tr.,
libertar do poder paternal ou da tutela (uma pessoa de menor idade);
tornar senhor de si;
por ext. dar liberdade a;

v. refl.,
tornar-se livre;
libertar-se do poder pátrio;
tornar-se emancipado.

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