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Arquivos da categoria 'Arrecadação'

Versão Paraclube da Maia
SENTE-SE MUITO MEDO A SALTAR?
Assim, assim! O medo é um factor importante a ter em conta. Varia muito de pessoa para pessoa, diminui à medida que a instrução progride, que se salta com mais frequência e que o número de saltos aumenta.

Versão Tiago
SENTE-SE MUITO MEDO A SALTAR?
Sim. Não venha ao engano e não acredite em ninguém que lhe responda com um “assim, assim!“. Provavelmente nunca vai sentir tanto medo na vida. Já ouviu falar em clister? Pense nisso, antes de saltar, e pense também no lado positivo. Depois de saltar, todos os desafios lhe irão parecer bem mais fáceis. Se não for verdade, ficou com uma experiência nova. Se o medo for tanto que não consiga saltar não o empurramos, mas também não lhe devolvemos o dinheiro. Azar.

1 – O exercício de salto em pára-quedas de uma aeronave em voo corresponde a um tipo de actividade com risco agravado

(diz a lei)

Quantum Leap

Um dos objectivos que tenho para o primeiro trimestre do ano é fazer o curso de pára-quedismo. Já vem de longe o desejo e, depois de uma oportunidade deixada passar, agora pareceu-me uma boa altura.

A primeira fase foi reunir mais três amigos. A segunda foi incluir uma rapariga. Já temos equipa formada, rapariga incluída. Data provável para o curso: Fevereiro. Até lá temos tempo para perceber o que é que o paraclube da Maia entende por um elevado nível de segurança. Nada que nos atormente. Por enquanto.

Morrison não percebe a tese de Shere Hite segundo a qual os homens não casam com as mulheres que amam.

A ler

O que a vieira do mar escreve, aqui, sobre a verdade, sobre nós, sobre os outros, sobre isto, que escrevi há uns tempos. Não sei se diz tudo, mas diz muito.

Namoraram anos e anos. E anos passados,

ele disse que só casava com contrato a termo certo.

Ela não renovou.

(resolvemos começar a falar de arte moderna ao almoço)

Ele: Recentemente, o espaço onde encontrei o maior número de gajas boas, por m2, foi… sabes onde?
(mania de perguntar sabes onde, sabes o quê, adivinha, quando é óbvio que tal é impossível. palmadinhas no ego?)

Eu: Não… diz lá!
(palmadinha)

Ele: Guggenheim
(arte moderna… conversa de arte moderna)

Eu: Mentira
Ele: Palavra
Eu: Não posso.
Ele: Tou-lhe a dizer
(últimos quatro diálogos abusivamente plagiados dos gatos)

Eu: Caso para dizer… autenticas obras de arte, não?

one down…

Há pessoas que não têm, mas que eu gostava que tivessem. Blogue. Não há muitas, verdade.

Desde ontem há menos uma.

Ele.

Carta branca

007 no primeiro dia do ano.

Hoje, princípio de um novo ano, a ideia de que nada é impossível pode ter resultados desastrosos.

Ou não.

Festa para 20.

Este ano optámos por uma festa pequena. Sesimbra. Convivas de Londres, Dinamarca, Dubai, Zambujal de cima, Alfarim e arredores. Não falha!

Sempre em festa!

fim de ano

O jantar de amanhã será:
– ensopado de borrego
– chanfana
– bacalhau com broa
– vitela estufada

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