– Não há música?
– Só na próxima sexta. Tivemos umas filmagens que atrasou isto
– Então…
– Aqui perto é no campo das cebolas. Mas aquilo é um bocado pesado. Pessoal de chelas. Um bocado “xunga”. Todas as noites acaba à porrada.
por outra razão ficámos em Alfama, jantámos as melhores sardinhas da época (Clube Desportivo Adicense) e descobrimos, depois de muitos degraus, um palco com música ao vivo e onde, informaram-nos, a Marcha iria chegar. A saber, Alfama ganhou os últimos dois anos das marchas. Ali ficámos. Nós e os locals, porque, segundo dizem, xungas são sempre os outros.
Chegou a marcha e vimos a tia Cinha a dar o seu pezino de dança. Também nós demos um. Às duas da manhã a festa acaba antes de tempo, porque o bairro desentendeu-se. Não consta que tivesse sido por algum piropo à tia. A confusão alastrou-se e nós descemos até ao campo das cebolas, ainda a tempo de “dar de beber à dor” e de ouvir o pessoal de chelas a cantar o fado. Tudo como deve ser.



ola tiago
ainda bem q foste para alfama, um bairro xeio de gente boa onde os arraias sao do melhor q há!
viste a marxa a xegar sem musica e tb viste o nosso palco do magalhaes de lima sem ninguem a tocar, pois, nao foi bem pq houve filmagens mas sim pq nessa noite faleceu o homem mais importante da marxa de alfama, o maior impulsionador de toda uma comunidade! JOSE JULIO ROCHA
A ALMA DE UM POVO!!!!!!!
ja q gostaste tanto de alfama vai ao nosso blog
a-nossa-marcha-de-alfama.blogspot.com
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bjos