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Álvaro de Castro é um nome que, no mundo dos vinhos portugueses, dispensa apresentações (e não sou eu que o digo), mas, para os outros que, como eu, de vinho o que sabem é abrir a garrafa, poderá ajudar dizer que é o produtor de Quinta de Saes, Dão, Pellada, PAPE, Dado, Carrossel. Ontem, num convívio organizado pelos Goliardos, estive incluído num grupo de 20 pessoas que beberam e conversaram sobre vinho. Provas cegas à volta do tema “Vinhos Puros, Pouco Trabalhados”. Álvaro de Castro também lá esteve e presenteou o grupo com uma garrafa de Baga. Parece que só há 150 e estão todas na garrafeira de Álvaro de Castro. Todas, menos uma.

Percebo pouco de vinhos, mas, permitam-me, enquanto houver pérolas lá estarei de copo na mão.

Quando não houver, também.

(2008/03/19 12:44)

e ontem perderam grandes vinhos no noobai.

O noobai e Os Goliardos são das melhores coisas que a vida tem. Não é difícil explicar, mas é muito melhor se experimentarem.

Na quarta-feira, depois de amanhã se estiverem a ler isto hoje, os goliardos estão no noobai. O melhor de dois mundos num só, se é que isto faz sentido. Uma vista maravilhosa, um frio de rachar e um copo de vinho para aquecer. Ou dois. Ou mais. A explicação anda por aí e consta que nem sequer se paga. Não se paga pela vista. Não se paga pelo vinho. Não se paga pela conversa com a Rita Marques Ferreira, a enóloga/produtora.

Se isto parece bom demais, é porque é.