http://twitpic.com/c1vwr Poderia ter sido o primeiro…
http://twitpic.com/c1p6x O estagio e a melhor parte do jogo…
http://twitpic.com/akaq1 Porque nem todos podem estar no Partido Pelos Animais…
“Às vezes um homem encontra o seu destino na estrada que tomou para o evitar.” (The International)
Where does it come from?
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Where does it come from? This quest? This need to solve lifes mysteries when the simpliest of questions can never be answered. Why are we here? What is the soul? Why do we dream? Perhaps we would be better off not looking at all. Not delving. Not yearning. But that’s not human nature. Not the human heart. That is not why we are here. Yet still we struggle to make a difference. To change the world. To dream of hope. Never knowing for certain who we’ll meet along the way. Who, among the world of strangers, will hold our hand. Touch our hearts. And share the pain of trying.
Mohinder
Heroes, How To Stop An Exploding Man
“If you know what you got, you ain’t got much”
http://twitpic.com/9amwz Azenha do mar. A espera de mesa…
http://twitpic.com/96clt O local do crime…
num cinema perto de si
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Marrocos
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Junho começou com Marrocos. Começou antes, mas não contou. Foi com o Nouradine e o Abdelhaq, já em Junho, que nos começámos a sentir em nossa casa, em casa deles. Estranha-se o princípio. O território está por explorar e ainda não sabemos que somos todos iguais. Quem és tu? Eu não estou aqui, por mim protegido de tudo. E no entanto, ali estávamos, estivemos, todos, à mesa. Nós e a tagine. A nossa tagine. As nossas mãos.

Este Marrocos foi também o do Rachid. Esquecido em Tighassaline, perdido de todos, à procura do mundo e o mundo sempre ali. Sempre diferente, esse mundo, que pára e arranca como se ali nos pudéssemos perder ou, pior, encontrar. Ali nos juntámos, todos, à mesa. Nós e o couscous. O nosso couscous. As nossas mãos. O nosso serão.

Foram eles que fizeram Marrocos.
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