Feed on
Posts
Comments

Dúvida .37

a empada perfeita é um empadão?

  • Quão difícil é concretizar algo impossível que vemos realizado à nossa frente? Hoje, tive a minha primeira aula de Yoga.
    (0) | #
  • Só fez falta o que optei por não levar.
    (0) | #

Apostei forte (porque gostei, não só porque gostei, mas acima de tudo porque gostei e porque deixei de gostar de oferecer livros que nem sequer li) porque comecei a sentir a que nesta competição já levava demasiados livros de avanço. Não que me importe (…) de perder para ti, mas repara que eu não só gostei de todos os que me sugeriste como fiz questão de reencaminhar alguns do que continuam perdidos nos arquivos.
– Vais gostar.
Ainda bem que gostaste. “Envelheceremos juntos.

Há quem pense, eu sei que há, que se chega a determinada altura da vida e há que ter respostas. Chega de perguntas, venham as respostas, olá certezas. (…) E sem darmos por isso, a determinada altura da vida, com um “isto é assim”, o pessoal passa a explicar.

Eu gosto do conceito, mas vi-me forçado a adaptá-lo. Ao contrário dos que se iluminam a determinada altura da vida, eu tenho por hábito iluminar-me a determinada altura da noite (não todas as noites). (…) Passo, por essa razão, a explicar o seguinte (coisa séria):
Determinados momentos não poderiam ser mais perfeitos (#1). A própria graduação da perfeição é uma parvoíce (#2). Ponto. Há o bom, há o melhor, há o melhor (#3) que bom, pode haver perfeito, mas mais que perfeito só o verbo (#4). O Princípio (por vezes, do fim).

  • “This is not a goddamn Tony Robbins seminar” (*)
    (0) | #

Estou a fazer forward.

  • Por cima de mim, desta cama onde me deito, há uma ventoinha. (Só por causa das dúvidas,) encontra-se no tecto. (Eu talvez tivesse escolhido um espelho.) Tem pouco de colonial, as pás são brancas, mas eu não tenho idade sequer para desejar diferente. Nem este calor me permite. O diferente não existe e estas autorizam-me o sono. O problema? Continuo acordado.
    (0) | #

(…)
Geme o restolho, a transpirar de chuva
nos campos que a ceifeira mutilou
dormindo em velhos sonhos que sonhou
na alma a mágoa enorme, intensa, aguda

Mas é preciso morrer e nascer de novo
semear no pó e voltar a colher
há que ser trigo, depois ser restolho
há que penar para aprender a viver

e a vida não é existir sem mais nada
a vida não é dia sim, dia não
é feita em cada entrega alucinada
para receber daquilo que aumenta o coração

Que este blogue mexe tão pouco que quando mexe, mesmo que no vazio, merece um pouco mais de nada.

à partida

Sabemos que o Buda era, à partida, uma pessoa comum como qualquer de nós, com todas as faltas e fraquezas básicas de um ser humano. Nasceu numa família de sangue real, casou e teve um filho.

O Budismo Tibetano – Tenzin Gyatso

Algures entre dharma e tantra perdi-me, mas, como que em estágio, continuo mergulhado no Budismo Tibetano. Setembro pode fazer a diferença. Se não for o encontro com o Dalai Lama, algures nos 30 dias quero atirar-me quatro vezes de um avião. É o que mais próximo consigo chegar do princípio do autodesinteresse. Neste caso, deve ser, autodesinteresse pela vida. Pode ser que haja algo que, do alto da asa do avião, me faça compreender o vazio.

Pilates

« Newer Posts - Older Posts »