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José Rodrigues dos Santos, mais do que uma cara simpática, é um óptimo profissional.
Quem o viu, durante anos, a apresentar o Telejornal, conhece a sua natural e despretensiosa forma de ser.
Quem o leu, nos livros que editou, conhece o seu profissionalismo e a dedicação com que se entregou à profissão.
Quem o ouviu, na AACS, percebeu que os seus princípios jornalísticos surgem em primeiro lugar.

Por tudo isto, aguardo, com suspeita, pela próxima Direcção de Informação da RTP porque, atrás de José Rodrigues dos Santos, outros saíram (Judite de Sousa, Carlos Daniel, Maria José Nunes e Manuel da Costa).

Por tudo isto, recuperei, da minha parca estante de livros, a 7ª edição de Crónicas de Guerra que termina assim: “Instantes depois começou o cortejo da vitória.

Two down…

How many to go?

Voltei

Deputado Cruz Silva com mandato suspenso para ir a julgamento

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Até quando?

Estrelas

Como são tristes as estrelas
que nos separam no deserto.
Como são tristes, mas belas
Quando as vejo mais de perto.

Eu sou a favor da praxe, pelo menos, sou a favor daquilo que está na sua essência: permitir a integração dos mais novos no meio académico. Eu, embora não tinha sido praxado e, inclusive, me tenha esquivado à praxe, julgo que podem existir muitos aspectos positivos numa praxe pensada nos que vão entrar na faculdade e não nos que já lá estão.

Normalmente a praxe não é desenhada tendo como objectivo a integração dos novos alunos. A praxe é criada tendo como objectivo a diversão dos antigos alunos. E quem as organiza nem sempre tem a noção de que estes dois objectivos não são mutuamente exclusivos, antes pelo contrário.

Por isso só é estranho que não surjam mais casos destes (linknova janela).

Como acontece por esse mundo fora desejo que a praxe seja, cada vez mais, um “Adaptation Camp” e, cada vez menos, um “Concentration Camp”.

“É aqui, na solidão e no silêncio das noites à lareira, agarrado ao verbo, que avalio com precisão o peso da minha cruz. Realmente, ninguém me podia ajudar, nem a arrastá-la, nem a torná-la mais leve. Isto é só comigo.”

Miguel Torga – S.Martinho de Anta, 28 de Dezembro de 1964

A primeira festa popular de que tenho memória é a ‘Festa da Luz’, organizada todos os anos em Sampaio, junto a Santana, antes de chegar a Sesimbra. Depois dessa, outras surgiram por entre as memórias que o tempo, com mais ou menos dificuldade, vai apagando: Estoril, Mondim de Basto, Lisboa, Porto, Lamego, Ponte de Lima, …

Neste momento, a XXIX Feira Nacional do Cavalo está a recuperar o fôlego dos primeiros dias e a preparar-se para atingir o auge no próximo fim de semana. Na Golegã comemos farturas, encontramos castanhas ao virar de cada esquina, bebemos água pé e abafado e, como não podia deixar de ser, cruzamo-nos amiúde com cavalos montados por amazonas e cavaleiros trajados a rigor.

Por lá passa quem monta cavalos próprios, quem monta os cavalos dos outros e quem nunca se atreverá a montar um pónei que seja. A esta festa todos vão.

Estive lá

Namora-se, casa-se, vive-se e, muitas vezes, separa-se em antecipação à morte. E continua-se a viver.A questão não é se há vida depois da morte, mas que vida há depois do fim.

Para o melhor, e para o pior, foi eleito.

Pela primeira vez, abstive-me.

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