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Traduções

Defini uma nova estratégia para melhorar o meu francês: traduções.

Todas as traduções serão minhas, excepto quando assinalado.

Nota adicional: As traduções são revistas, não por uma tradutora profissional, mas, mesmo assim, pela melhor professora de francês que conheço: minha mãe.

Não sei se já estará nas livrarias o livro de Isabel Afonso, mas, a quem interessar, a editora é Padrões Culturais Editora.

Li o livro num final de noite e início da manhã seguinte. São 139 páginas com linhas espaçadas a 1.5 ou 2. Coisa de pouca monta.

A trama é básica. As personagens desprovidas de qualquer interesse. As cenas de sexo pouco interessantes. Isto porque o livro se resume a isso mesmo: cenas de sexo desinteressantes. Não há mais nada. Isto é, há! Há o HIV, a mensagem de moral barata e, a melhor parte, o fim.

Cat Stevens, ou melhor,Yusuf Islam foi distinguido com o prémio “Man For Peace” de 2004.

Estou a ouvir a sua discografia completa que começa em 1967 com Matthew and Son e vai até 1978 com Back to Earth. Pelo meio, existem os extraordinários álbuns Tea for the Tillerman e Teaser and the Firecat, ambos de 1971. Também oiço Yusuf Islam.

Informações dele podem ser encontradas em Cat Stevens ou em Yusuf Islam.

Adiante falarei da importância que Cat Stevens e Bob Dylan tiveram, e têm, em mim. Para já, oiçamo-los.

Acordo às seis para, ao sair de casa, me lembrar que não tenho as chaves do escritório e que terei de esperar duas horas até alguém chegar e eu poder começar a trabalhar. Sigo para Lisboa e decido esperar no café do costume.
Peço uma torrada bem passada, leio um livro (falarei dele, em breve), folheio o “Correio da Manhã” e o “DN”. Como o DN está a vender um DVD de Karaoke com o jornal, decido passar pela banca de jornais mais próxima e comprar o DVD. Aproveito e trago o DN também. Em notas de rodapé, tal como no Correio da manhã, leio a notícia do Bob Dylan e dos Da Weasel e decido colocar um post no blogue acerca de cada uma delas.
Procuro o link no DN, mas não encontro. Ainda bem que o café tem o “Correio da Manhã” para folhear.


A revista Rolling Stone elegeu esta música de Bob Dylan como a melhor de sempre.

“You said you’d never compromise
With the mystery tramp, but now you realize
He’s not selling any alibis
As you stare into the vacuum of his eyes
And ask him do you want to make a deal?”

Like a Rolling Stone

“Tenta perceber a tua identidade
Procura no teu íntimo a verdade
Não és apenas mais uma pessoa
Que aparece neste mundo à toa
Tenta encontrar as tuas raízes
Senão pode ser que algum dia as pises
Só assim perceberás quem tu és
No sangue que te corre da cabeça aos pés
Talvez daí tires uma lição
Sobre o que se passa neste mundo cão
Muitas vezes é preciso saber ouvir
Ir em frente quando apetece desistir”

Educação é liberdade

Golegã

O Tiago também lá esteve.

Notícias

Há uns anos trabalhei, durante uns meses e enquanto estudava, na Reuters em Lisboa.

O trabalho era simples, mas implicava alguns sacrifícios. O pior deles todos: acordar às seis da manhã. Quem anda na universidade e se envolve em eventos sociais (festas, festas ou festas) dificilmente conhece a dificuldade em deitar-se às 4 da manhã e acordar à seis, para trabalhar. Nessa altura tive uns meses de vida regrada, embora num ou outro dia tenha andado a bater com a cabeça no monitor cada vez que os olhos se fechavam.

Chegava de manhã e ia levantar os jornais do dia ao quiosque do centro comercial que tem montra para a Av. Fontes Pereira de Melo. Como não tinha chave a Sra. da limpeza deixava-me entrar e eu era, desta forma, o primeiro a chegar ao escritório. A meio da manhã, por volta das 8, já depois de ter dado abertura de algumas coisas de que já não me recordo o nome, voltava a pegar nos jornais e fazia uma recolha das principais notícias para introduzir no sistema.
Não era raro o dia em que o pessoal do escritório pegava nos jornais e começava a comentar determinadas notícias que só saíam no DN, sempre relacionadas com a Lusomundo, sempre em destaque, sempre no DN.

O Barnabé tem razão. Esta não é relacionada com a Lusomundo, mas o princípio é o mesmo. É preciso estarmos atentos.

Extractos

O almoço foi com a Mãe. Ela estranhou que ele lhe tivesse telefonado a meio da manhã para combinarem almoçar juntos.
– Mas não trabalhas?, perguntou duvidando que ele tivesse tempo de ir e voltar a Lisboa numa hora.
– Tirei o dia de férias para tratar de uns assuntos. Estou deste lado.
Era a primeira vez que isso acontecia. Tinha mudado de emprego há três anos e desde que trabalhava em Lisboa viam-se de manhã e, às vezes, também à noite. Nas noites em que não se viam era porque ele tinha ido jantar com os amigos e, como costumava dizer, beber uns copos.
– Então encontramo-nos à porta do “Verde e Amarelo”.
Ela sabia que ele gostava de tudo o que fosse comida italiana.

Comentários

Resolvi retirar e optar pelo email juntamente com o compromisso de responder a todos os que lá chegarem.

E surgem medidas de ocasião…

O livro de Bill Bryson é óptimo para um ignorante, embora curioso por assuntos da ciência.

Nos últimos tempos só as conversas do astrónomo Máximo Ferreira na Antena 1 me entusiasmavam. Depois de ter lido Hubert Reeves e o eterno Carl Sagan esta é, sem dúvida, “uma viagem pela ciência, divertida, prática e muito bem documentada”.

Comecei hoje.

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