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ficava mais um bocado a ver isto, aqui.


Downtown at 1:30 p.m. on Park Row as people and horse-drawn vehicles struggle to make their way through the snow of the Blizzard of 1888, as seen from the foot path of the Brooklyn Bridge.
Location: Brooklyn, NY, US
Date taken: March 14, 1888
Photographer: Wallace G. Levison

Escreve-se pouco sobre a morte. Fala-se menos. Sobre a nossa, então, nunca. Por isso surpreenderam dois artigos de opinião no jornal Público de Sábado e este post de José Saramago.

sinto-me vivo, vivíssimo, quando, por uma razão ou por outra, tenho de falar da morte…

A morte não tem de ser lúgubre. Cá voltaremos.

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Hoje não se fuma, já se sabe, há 17 dias.

Ontem vimos o filme do livro. A sala estava assustada e o sentimento não pode ter sido diferente daquele que antecede a aterragem de um avião. O coração pára sempre um bocado. Quando a sala, desculpem, quando os passageiros se apercebem que já é difícil aquilo correr mal há sempre lugar ao suspiro de alívio, por muito silencioso, em todos, e à euforia, em alguns, que não poucas vezes se traduz em energéticos aplausos. Ontem foi assim. Sobrevivemos ao filme e houve quem tivesse aplaudido.

Parece que hoje a Fnac está em festa. Desde os dias dos muitos posts a dizer mal da Fnac por causa dos 10% e do cartão cliente que eu fiquei com azia e também particularmente atento ao que de muito bom a Fnac tem. A azia passou, mas eu que não sou de vir para aqui dizer nem bem nem mal passei a dizer bem de algumas coisas (sem link) e também da Fnac.

Ontem comprei o mais recente livro do Jamie Oliver e a Fnac ofereceu-me outro. O Jamie é o Herberto Helder da cozinha.

Ninguém me convence que “tamboril embrulhado em folhas de bananeiras com gengibre, coentros, malaguetas e leite de coco” não é senão poesia.

Mundo Catita

Subscrevi ontem, só ontem, o blogue do Possidónio Cachapa pela simples razão de que nunca li nada do Possidónio Cachapa e eis que hoje, atenção!, hoje!, não surge o que, há muito, todos desejávamos ler, mas quase.

Mundo Catita

take a stand

Expressões que por vezes atropelam as congéneres portuguesas. Falo de mim, está claro. Hoje foi esta, enquanto pensava que talvez fizesse sentido tomar uma posição sobre o assunto – adopt a firm position about an issue – como se fosse possível, como se não fosse possível, como se a escolha estivesse ao nosso alcance independentemente da possibilidade.

Naquela sala, eu deveria ser o único presente que só tinha ouvido uma música de Sigor Rós e, mesmo essa, uma única vez. Acho que isso jogou a meu favor. A partir de hoje, no que depender de mim, só hei-de ouvir ver Sigur Rós ao vivo e em directo. Ou de olhos bem fechados.

sigur rós


esta noite

  • * é como tirar as lentes de contacto depois de as já termos tirado.
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esta noite

numa altura em que todo o mundo sonha, cobiça e procura o seu Obama

a SIC dá-nos Pedro Santana Lopes.

Dúvida .42

Quem está mais desesperado?

(1) aquele que não tem mais nada a perder

(2) aquele que não tem mais nada a ganhar

(outra hipótese)

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