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Discovery

2000 miles to Edwards airport space…

14500 miles per hour…

13000 miles per hour…

discovery is using wing elements to control…

NASA TV bate com knock Out a SIC Notícias.

em directo

na SIC Notícias, através do Sapo XL, e na televisão da NASA. Lado a lado, no monitor do computador.

The Shuttle Discovery has performed the de-orbit burn that puts it on course for an 8:12 a.m. EDT landing at Edwards Air Force Base in California.

é hoje

The Shuttle Discovery has been given a “go” for the de-orbit burn that will put it on course for an 8:12 a.m. EDT landing at Edwards Air Force Base in California.

Com olhos postos no excelente site da NASA faço votos que tudo corra bem. Está lá um bocado de mim.

impossíveis

Quero mais loucuras. E quero loucuras Sãs. Loucuras Sãs… Sim, é isso que eu quero.

prima

Zé (6/6)

Parou o carro. Sabia o que havia de fazer. Abriu a porta e dirigiu-se ao porta bagagem. Queria pôr o triângulo, queria justificar o facto de ter o carro parado. Apercebeu-se de que era inútil e que os carros atrás dele estavam demasiado perto. Seria impensável colocar o triângulo mais atrás e impensável estar a perder tempo com isso. Nem sequer tinha ligado os 4 piscas.

Contornou o carro pela parte de fora e galgou a grade. O ferro não era muito alto e não requeria que a sua forma física fosse muito boa, por isso não teve dificuldade em passar primeiro a perna direita e depois a perna esquerda por cima do ferro. Sempre virado de frente .

Estava com azia.

CorreiodaManha suicidio

Zé (5/6)

Agora era um instante para passar a portagem da Ponte 25 de Abril. O trânsito era pouco e com a via verde nem precisou de parar. Quando comprou carro a primeira coisa que fez foi adquirir a via verde. Detestava andar no trânsito. A mãe insistiu para que comprasse um carro vermelho.
Vermelho mãe?!, respondeu ele num tom quase de repulsa. Não tinha nada contra o vermelho, até era do Benfica dizia sempre para justificar, mas andar com um carro vermelho era demais para ele. Preferiu o Peugeaut 106 Cinza metalizado, um carro discreto e porreiro para quem ainda não tem família nem muito dinheiro.

Zé (4/6)

A caminho de Lisboa deu consigo a reparar na ponte que está a ser construída para o metro de Almada. Percebeu que estava a olhar como se fosse a primeira vez que por ali passava. Tivera essa mesma sensação na primeira vez que fora ao estrangeiro. No dia em que chegou a Benidorm o seu olhar retivera os mais absurdos pormenores. Na altura era diferente, era a primeira vez que saía de Portugal, e aquelas imagens queria levar consigo. O estímulo de então era outro, mas o resultado parecia ser o mesmo. Não estava em Benidorm, mas era a primeira vez que conduzia até Lisboa. Parecia.

Zé (3/6)

Já saiu da praia às 18h30. Estava com fome e passou pelo café da praia para lanchar uma tosta.
Sempre boa, pensou ele enquanto saboreava a primeira dentada.
A primeira vez que lá tinha ido fora com a Luísa, quando andava no 9º ano. Na altura estavam de férias e tinham ido para a praia com o pessoal da turma. A Luísa, que morava na mesma rua, mas num outro prédio, andava sempre atrelada a ele. Ele gostava. Naquele dia saíram da praia às 19h00 e perderam o autocarro por dois minutos. Tinham de esperar mais meia hora pelo próximo e resolveram ir ao café. Aquele foi o primeiro que apareceu. Era um café igual aos outros, mas com tostas gigantes e muito saborosas. Com a fome que estavam foi do tamanho que mais gostaram. Tornou-se ponto de paragem quase obrigatório em dias de praia. Passou a ser o bar da praia.

Desde que há euromihões, os portugueses ja gastaram em apostas 626 milhoes de euros! O equivalente ao novo aeroporto da ota!

Em Novembro a revista Rolling Stone elegeu esta música de Bob Dylan como a melhor de sempre. Desde Novembro que tenho um texto, ainda nos rascunhos, acerca da importância que Bob Dylan teve, e tem, em mim. Há uns dias escrevi que podia ser pior e que nem toda a gente pode ser da geração Bob Dylan. Também já aqui coloquei a letra do Forever Young e mais tarde a música. Por isso há notícias que me satisfazem.

A canção «Like a Rolling Stone», de Bob Dylan, foi a criação artística que maior influência exerceu nos últimos 50 anos, segundo uma sondagem junto de personalidades da indústria musical e cinematográfica.

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