Sim, meu amor, está bem meu amor
Eu sei que tu tens razão
Dizia-te eu, às vezes, para acabar
Com a discussão…
E lá íamos vivendo,
Entre dois copos e um bom colchão,
Um futuro à nossa frente
E muito amor para mostrar a toda a gente.
Como era bem vivermos a dois
Sem nos darmos mal
(uma canção estrangeira e um filme antigo no telejornal),
E uma noite tu disseste:
Já dei p’ra ti meu… vou arrancar!
E lá fiquei eu, sózinho,
A conversar com os meus botões
E a tentar descobrir a causa
Que nos levou a tal situação…
Já achei uma ideia que é bem capaz
De ser a solução:
Acho que nós passamos muito tempo
A misturar tripas com coração
E a verdade é bem diferente.
Para haver amor, não pode haver o-briga-ção
(Obrigação – 1977)
[o bold é meu]
.
2 comentários »
Susana, Tu és muito esperta…
(1) começas por, de mansinho, meter o link durante uns tempos no + destaque daquela forma escandalosamente ordinária àcerca da qual já tive oportunidade de me referir…
(2) depois, certa de que seria imoral recusar-te tal pedido, metes o ‘se me permite’ e ainda dizes que sou livre de recusar cordialmente…
(3) acrescenta ainda a forte probabilidade de termos andado na mesma escola secundária…
Tu és muito esperta…
…
5 hábitos distintivos?…
…
1) deixar as compras de Natal para o dia 24 de Dezembro (incorrígivel, mas como é só uma vez por ano…)
…
2) acumular facturas de restaurantes, portagens, notas, moedas, caixas de pastilhas, etc… indiscriminadamente pelo porta luvas do carro, bolsos dos casacos, bolsos das calças, secretária, etc, etc, etc, … (incorrígivel)
…
3) passar as mãos pela cara, esfregar a cara – mesmo sabendo que fico cheio de riscos vermelhos (dermografismo) (incorrígivel)
…
4) brincar com os talheres enquanto como e converso ao mesmo tempo – tipo, apontar os talheres à pessoa com quem estou a falar (tempos idos… não conta)
…
5) ter sempre uma muda de roupa na bagageira do carro não vá o diabo tecê-las… (não é sempre… ainda recentemente teria dado jeito e… chapéu)
…
6) secador de cabelo para aquecer a cama… (também já não conta…)
…
7) Cozinhar e ir deixando tudo espalhado pela bancada da cozinha: as cascas dos ovos, as embalagens do alimentos, etc, etc, etc, …
…
8) comprar calças ligeiramente curtas (já despedi o moço das baínhas…)
…
NR: (1) Agradeço à Sheila a colaboração. A lista que fez das minhas manias era interminável… (2) Desde já me recuso, cordialmente, a responder a qualquer outro questionário que me seja dirigido… esta excepção já foi cabalmente justificada. (3) Como não vou passar a ninguém também não meto o regulamento.
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- do Lat. gratuitu
- adj.,
- feito ou dado de graça, sem remuneração;
-
- desinteressado;
-
- que não tem fundamento, sem motivo.
O princípio do fim.
Há quem nunca precise de dizer mal de alguém para se sentir melhor com elas próprias. É assim que eu gosto dos meus amigos. Um dia que eu o faça, mesmo que talvez só eu me aperceba, será o princípio do meu fim.
1 comentário »
Habituada que estava a falar mal das pessoas pelas costas, quando comentava um post alheio, no blogue dela, não metia link.
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Falar é fácil. Quanto dinheiro é que a betandwin estará disposta a meter em cima da mesa para suportar esta afirmação?
2 comentários »
deixou de lhe escrever mensagens de amor quando, por engano, despertas o que de melhor há em mim passou a desapertas o que de melhor há em mim.
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Juntar a Inês, o Vasco e o Pedro num post pode ser considerado um festim licencioso*? Não interessa muito. Seja uma saudável depravação.
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Gosto de ler o Pedro Mexia.
(e vão quatro)
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Escrever num blogue e aceitar comentários no matter what é sempre um risco. Cada um faz o que quer. Com comentários é melhor, mais saboroso, mais natural… mas, há o risco.
Normalmente escrevo com comentários, mas, por vezes, também pratico sexo seguro. E gosto…
(Considero este o meu terceiro post de carácter sexual.)
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