mudança
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Não está longe o tempo em que havia a esperança de mudança. Longe de casa, o primeiro regresso era sempre para a frustrante aceitação de que nada mudara. A cada regresso, tudo estava como havia deixado. A cada regresso, o primeiro, nunca deixava de estar carregado da mesma esperança. Hoje em dia sei que mesmo que nada mude, nada está igual. E nem sempre é fácil habituar-me, mas sei que a mudança vem sempre para ficar. Até à próxima.