Pois, aquilo ontem acabou um bocado mais tarde. Para mim ainda não acabou.
Continuo a ouvir a música barroca tocada pela Inês, no Violoncelo do séx. XVIII, mas já não há azeitonas.
O Champagne há muito que foi, mas ainda sinto o cheiro a animal do Châteauneuf du Pape. Surpreendeu-me mais a mim, é verdade.
Para a próxima terminamos com o Saint-Aubin de 2003.
e em Junho, debaixo do calcário branco, nas cavez de giz, para nos voltarmos a perder nas imperfeições do copo… dos copos… dos quinze…